<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Notícias</title><link>https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/Contents/Item/Display/321</link><description>Notícias</description><item><title>Qual é a cidade mais quente do Espírito Santo?</title><link>https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2021_02_25</link><description>&lt;h2&gt;&lt;strong&gt;Qual &amp;eacute; a cidade mais quente do Esp&amp;iacute;rito Santo?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;No dia 20 de mar&amp;ccedil;o, encerra-se oficialmente o ver&amp;atilde;o aqui no Hemisf&amp;eacute;rio Sul, e por falar em ver&amp;atilde;o, tem feito muito calor por ai?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Meteorologia do Incaper, aproveita para responder a seguinte pergunta:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Qual &amp;eacute; a cidade capixaba mais quente?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Para alguns, a resposta deve estar na ponta da lingua: Cachoeiro de Itapemirim, Maril&amp;acirc;ndia ou Colatina n&amp;atilde;o &amp;eacute; mesmo?&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o T&amp;eacute;cnica:&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Para uma melhor compreens&amp;atilde;o do clima em uma determinada regi&amp;atilde;o, &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio que haja um registro cont&amp;iacute;nuo de dados meteorol&amp;oacute;gicos, onde &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel conhecer o seu padr&amp;atilde;o normal e suas eventuais flutua&amp;ccedil;&amp;otilde;es extremas ao longo do tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em Cachoeiro de Itapemirim, &lt;span&gt;a esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gica foi instalada pelo Inmet em&lt;/span&gt;&amp;nbsp;1925, e operou de forma regular at&amp;eacute; o ano de 1992.&amp;nbsp;Apos um longo per&amp;iacute;odo desativada, ela voltou a operar no ano de 2005 em um outro lugar, o que ocasionou a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma nova serie de dados e ficou em opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o at&amp;eacute; 2019, onde foi desativada.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;J&amp;aacute; em Colatina, p&lt;span&gt;or n&amp;atilde;o haver esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gica, n&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel obter os registros hist&amp;oacute;ricos deste munic&amp;iacute;pio.&amp;nbsp;A esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gica mais pr&amp;oacute;xima em que o Incaper possui informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es fica localizada no munic&amp;iacute;pio de Maril&amp;acirc;ndia, instalada em 1976 pelo Inmet e operada em parceria com o Incaper at&amp;eacute; os dias atuais. V&lt;/span&gt;&lt;span&gt;ale ressaltar que na &amp;eacute;poca em que se iniciaram as medi&amp;ccedil;&amp;otilde;es pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) em 1976, Maril&amp;acirc;ndia ainda pertencia ao munic&amp;iacute;pio de Colatina, sendo emancipada apenas no ano de 1980.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Agora vamos aos recordes:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mais alta temperatura registrada no munic&amp;iacute;pio de Colatina (Maril&amp;acirc;ndia) ocorreu em 02 de janeiro de 2016, onde o term&amp;ocirc;metro registrou &lt;strong&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;42,3 &amp;deg;C&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mais alta temperatura registrada no munic&amp;iacute;pio de Cachoeiro de Itapemirim ocorreu em 09 de janeiro de 1969, onde o term&amp;ocirc;metro registrou &lt;strong&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;42,5 &amp;deg;C&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;Na nova localidade, em 31 de outubro de 2012, houve&amp;nbsp;o registro de &lt;strong&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;43,0 &amp;deg;C&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, sendo o maior registro observado em todo o Esp&amp;iacute;rito Santo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diante dos fatos, as duas localidades s&amp;atilde;o consideradas as mais quentes do Esp&amp;iacute;rito Santo, sendo que o maior registro absoluto ocorreu no munic&amp;iacute;pio de Cachoeiro de Itapemirim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Curiosidade: &lt;/strong&gt;na capital Vit&amp;oacute;ria, o maior registro de temperatura foi de &lt;strong&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;39,6 &amp;deg;C&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, em 25 de fevereiro de 2006, &lt;strong&gt;h&amp;aacute; exatos 19 anos&lt;/strong&gt;. Instalada no ano de 1924, atualmente, a esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o convencional de Vit&amp;oacute;ria, localizada na Ilha de Santa Maria &amp;eacute; a esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o com maior tempo de opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Estado, com 100 anos de registros de dados quando foi desativada no ano de 2023.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 25 Feb 2021 14:54:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2021_02_25</guid></item><item><title>Descomplicando a Meteorologia - Sempre chove no dia de finados?</title><link>https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2017_10_31</link><description>&lt;h2&gt;&lt;strong&gt;Descomplicando a Meteorologia&amp;nbsp;- Sempre chove no dia de finados?&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Aproveitando a proximidade do feriado mais marcante de novembro, a nossa s&amp;eacute;rie de postagens sobre os "mitos" que envolvem a meteorologia come&amp;ccedil;a com a lenda que diz: "sempre chove em Finados".&lt;/p&gt;
&lt;h5&gt;&lt;img width="90%" height="" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Imagens/cemiterio.jpg" /&gt;&lt;/h5&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;Cemit&amp;eacute;rio - imagem cedida pela jornalista Tatiana Caus&lt;/h6&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Dito popular &amp;ndash; Sempre chove no dia de Finados&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Para milh&amp;otilde;es de cat&amp;oacute;licos espalhados pelo mundo, o Dia de Finados &amp;eacute; o dia de celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da vida eterna das pessoas queridas que j&amp;aacute; faleceram. Feriado oficial no calend&amp;aacute;rio nacional, o Dia de Finados &amp;eacute; celebrado no dia 2 de novembro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A alega&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que &amp;ldquo;sempre chove em Finados&amp;rdquo; &amp;eacute;, obviamente, de cunho religioso e as pessoas associam chuva &amp;agrave; tristeza. Em regi&amp;otilde;es des&amp;eacute;rticas, no entanto, seria algo a se comemorar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diz a lenda que "chove nesse dia porque toda a tristeza das pessoas que perderam um ente querido sobe ao c&amp;eacute;u e desce em forma de chuva para lavar toda a m&amp;aacute;goa de quem ficou&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O mais interessante dessa crendice popular &amp;eacute; que ela n&amp;atilde;o resiste quando confrontada aos mais b&amp;aacute;sicos questionamentos, mas, mesmo assim, todos a espalham sem ao menos pensar. As pessoas passam adiante a crendice e, convenientemente, esquecem das ocasi&amp;otilde;es em que ela n&amp;atilde;o &amp;eacute; verdadeira. Quando n&amp;atilde;o chove num dia de Finados, as pessoas simplesmente n&amp;atilde;o falam nada. Ningu&amp;eacute;m se pergunta: &amp;ldquo;N&amp;atilde;o era pra ter chovido hoje?&amp;rdquo;. Temos aqui um caso expl&amp;iacute;cito e claro de mem&amp;oacute;ria coletiva seletiva. Ou seja, as pessoas simplesmente querem continuar acreditando naquela informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mesmo ao serem confrontadas com a verdade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Fato - Explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o T&amp;eacute;cnica:&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;A afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que sempre chove no dia de Finados &amp;eacute; muito mais f&amp;aacute;cil de ser assimilada em regi&amp;otilde;es de clima tropical, como o Brasil, por exemplo. Durante o m&amp;ecirc;s de novembro, estamos na primavera para a regi&amp;atilde;o Sudeste do Brasil, que &amp;eacute; uma esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre o inverno seco e o ver&amp;atilde;o chuvoso. Assim, a chance de chover em grande parte do Brasil &amp;eacute; realmente alta. S&amp;oacute; que isso n&amp;atilde;o &amp;eacute; regra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui no Esp&amp;iacute;rito Santo, por exemplo, novembro &amp;eacute; considerado, baseado em uma climatologia (1984-2014), o segundo m&amp;ecirc;s mais chuvoso do ano na maior parte do estado, s&amp;oacute; ficando atr&amp;aacute;s de dezembro. Assim, como estamos em &amp;eacute;poca de chuvas, estatisticamente a probabilidade de que seja observada chuva no dia 2 de novembro &amp;eacute; a mesma que aquela calculada para os dias 1 e 3 de novembro, por exemplo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por falar em estat&amp;iacute;stica, segundo levantamento feito nas s&amp;eacute;ries hist&amp;oacute;ricas de dados de chuva da capital capixaba, Vit&amp;oacute;ria, nos &amp;uacute;ltimos 40 anos de dados observados, foram constatados 19 feriados de finados com chuva. Ou seja, em aproximadamente 50% dos feriados de finados choveu.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Desmistificando o caso:&lt;/strong&gt; temos igual probabilidade de ter chuva &lt;strong&gt;ou n&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;, no dia de Finados!&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;E este ano de 2024? Como ser&amp;aacute;?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acompanhe a Previs&amp;atilde;o de Tempo na p&amp;aacute;gina inicial do nosso site:&amp;nbsp;&lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/"&gt;meteorologia.incaper.es.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Curiosidade:&lt;/strong&gt; o feriado de finados de 2010 foi o mais chuvoso em Vit&amp;oacute;ria/ES, analisando a s&amp;eacute;rie de 1976 ao presente. Na ocasi&amp;atilde;o, foram registrados 60,4 mm na esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gica convencional do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), localizada na Ilha de Santa Maria. A temperatura m&amp;aacute;xima n&amp;atilde;o passou dos&amp;nbsp;24 &amp;deg;C.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voc&amp;ecirc; pode&amp;nbsp; enviar a sua d&amp;uacute;vida ou sugest&amp;atilde;o pra gente atrav&amp;eacute;s do &lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/fale-conosco"&gt;fale conosco&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e a gente responde por aqui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 31 Oct 2017 12:29:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2017_10_31</guid></item><item><title>Oportunidade de bolsas de pesquisa e desenvolvimento</title><link>https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2023_02_09-1</link><description>&lt;p&gt;&lt;img width="60%" height="60%" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/OPORTUNIDADE.jpg" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Meteorologia &amp;ndash; CMET, do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assist&amp;ecirc;ncia T&amp;eacute;cnica e Extens&amp;atilde;o Rural &amp;ndash; INCAPER, est&amp;aacute; selecionando cinco (5) bolsistas para atuarem em um (1) projeto de pesquisa aprovado no Edital DI 004/2022 - SEAG/FAPES - 'Banco de Projetos - Fase III', conforme descrito abaixo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Projeto:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Sistema de aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e tratamento de dados agrometeorol&amp;oacute;gicos do Esp&amp;iacute;rito Santo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;I - Bolsa de Desenvolvimento Tecnol&amp;oacute;gico Industrial (DTI-A)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Local onde ser&amp;aacute; realizada a pesquisa: CPID - Centro de Pesquisa, Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Desenvolvimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quantidade: 01 bolsa&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da bolsa: 24 meses&lt;br /&gt;In&amp;iacute;cio: imediato&lt;br /&gt;Valor mensal da bolsa: R$ 3.520,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Requisitos da Fapes para contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o do bolsista&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;- Ter perfil adequado &amp;agrave; atividade a ser desenvolvida; &lt;br /&gt;- Ter diploma de curso superior com, no m&amp;iacute;nimo, 4 (quatro) anos de experi&amp;ecirc;ncia na atividade espec&amp;iacute;fica proposta para o bolsista no projeto;&lt;br /&gt;- Ter curr&amp;iacute;culo cadastrado e atualizado na plataforma Lattes;&lt;br /&gt;- Se for aluno de p&amp;oacute;s-gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o, poder&amp;aacute; utilizar a bolsa, desde que tenha anu&amp;ecirc;ncia formal do seu orientador e do coordenador do curso;&lt;br /&gt;- S&amp;oacute;cio-propriet&amp;aacute;rio de empresa s&amp;oacute; poder&amp;aacute; utilizar a bolsa em empresa residente em incubadora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Habilidades obrigat&amp;oacute;rias&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;- Desenvolver, automatizar testes, depurar servi&amp;ccedil;os de back-end;&lt;br /&gt;- Revis&amp;atilde;o de c&amp;oacute;digo de pares para garantir a qualidade e corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es; - Conhecimento de gest&amp;atilde;o de dados; - Experi&amp;ecirc;ncia pr&amp;aacute;tica com SQL/NoSQL para an&amp;aacute;lise, modelagem e implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Habilidades desej&amp;aacute;veis&lt;/strong&gt;: &lt;br /&gt;- Familiaridade com Python, JavaScript, HTML e SQL/NoSQL;&lt;br /&gt;- Habilidades anal&amp;iacute;ticas e organizacionais;&lt;br /&gt;- Capacidade para entender requisitos front-end.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II - &lt;span&gt;Bolsa em Projetos Institucionais de Governo (BPIG&lt;/span&gt; - IV)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Local onde ser&amp;aacute; realizada a pesquisa: sede do Incaper em Vit&amp;oacute;ria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quantidade: 02 bolsas&lt;br /&gt;Dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da bolsa: 24 meses&lt;br /&gt;In&amp;iacute;cio: imediato&lt;br /&gt;Valor mensal da bolsa: R$ 1.500,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Requisitos da Fapes para contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o do bolsista&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;- Ter curso de gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o conclu&amp;iacute;do, em &amp;aacute;rea correlata &amp;agrave;s atividades a serem desenvolvidas no projeto;&lt;br /&gt;- Possuir curr&amp;iacute;culo cadastrado na plataforma Lattes;&lt;br /&gt;- N&amp;atilde;o possuir v&amp;iacute;nculo empregat&amp;iacute;cio ou exercer qualquer atividade remunerada, excento para os candidatos com v&amp;iacute;nculo celetista ou estatut&amp;aacute;rio com institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pesquisa e/ou ensino.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Habilidades obrigat&amp;oacute;rias&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;- Layouts de sites;&lt;br /&gt;- Programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de menus e ferramentas de navega&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Gest&amp;atilde;o de dados e otimiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do c&amp;oacute;digo para navega&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Seguran&amp;ccedil;a e privacidade dos usu&amp;aacute;rios.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Habilidade desej&amp;aacute;veis&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;- HTML/CSS, JavaScript, SQL e NoSQL;&lt;br /&gt;- Pr&amp;eacute;-processamento CSS;&lt;br /&gt;- Sistema de controle de vers&amp;atilde;o e design responsivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;III - &lt;span&gt;Bolsa em Projetos Institucionais de Governo (BPIG&lt;/span&gt; - V)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Local onde ser&amp;aacute; realizada a pesquisa: sede do Incaper em Vit&amp;oacute;ria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quantidade: 02 bolsas&lt;br /&gt;Dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da bolsa: 24 meses&lt;br /&gt;In&amp;iacute;cio: imediato&lt;br /&gt;Valor mensal da bolsa: R$ 1.000,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Requisitos da Fapes para contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o do bolsista&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;- Ter forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima de N&amp;iacute;vel T&amp;eacute;cnico Profissionalizante, em &amp;aacute;rea correlatava &amp;agrave;s atividades a serem desenvolvidas no projeto;&lt;br /&gt;- N&amp;atilde;o possuir v&amp;iacute;nculo empregat&amp;iacute;cio ou exercer qualquer atividade remunerada, exceto para os canddatos com v&amp;iacute;nculo celetista ou estatut&amp;aacute;rio com institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pesquisa e/ou ensino.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Habilidades obrigat&amp;oacute;rias&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;- Conhecimento geral de planilhas eletr&amp;ocirc;nicas&lt;br /&gt;- Capacidade de levantamento e organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dados e informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Habilidades desej&amp;aacute;veis&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;- Familiaridade com Python para automatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rotinas com planilhas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os candidatos interessados devem preencher o formul&amp;aacute;rio eletr&amp;ocirc;nico a seguir at&amp;eacute; 06/03/2023.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="https://docs.google.com/forms/d/1K6VR0nCdsR3FU0SWRals0EL7TXgMhyyHjjRSc_IadOk/edit?pli=1"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; para preencher o cadastro.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 31 Oct 2017 12:29:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2023_02_09-1</guid></item><item><title>Oportunidade de bolsas</title><link>https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2022_02_11-1</link><description>&lt;p&gt;&lt;img width="60%" height="60%" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/OPORTUNIDADE.jpg" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Meteorologia &amp;ndash; CMET, do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assist&amp;ecirc;ncia T&amp;eacute;cnica e Extens&amp;atilde;o Rural &amp;ndash; INCAPER, est&amp;aacute; selecionando tr&amp;ecirc;s (3) bolsistas para atuarem em dois (2) projetos de pesquisa aprovados no Edital FAPES N&amp;deg; 03/2021 - Universal, conforme descrito abaixo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Projeto 01:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Atlas Climatol&amp;oacute;gico do Esp&amp;iacute;rito Santo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;01- Bolsa de Apoio T&amp;eacute;cnico N&amp;iacute;vel Superior (AT-NS)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Local onde ser&amp;aacute; realizada a pesquisa: sede do Incaper em Vit&amp;oacute;ria.&lt;br /&gt;Dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da bolsa: 12 meses&lt;br /&gt;In&amp;iacute;cio: imediato.&lt;br /&gt;Valor mensal da bolsa: R$ 1.500,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Requisitos da Fapes para contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o do bolsista&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;- Ter forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de n&amp;iacute;vel superior, &lt;br /&gt;- Ter forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou experi&amp;ecirc;ncia em atividades indispens&amp;aacute;veis ao apoio t&amp;eacute;cnico do projeto;&lt;br /&gt;- Ter curr&amp;iacute;culo cadastrado na plataforma Lattes;&lt;br /&gt;- N&amp;atilde;o possuir qualquer tipo de v&amp;iacute;nculo empregat&amp;iacute;cio;&lt;br /&gt;- N&amp;atilde;o receber qualquer modalidade de bolsa de outra ag&amp;ecirc;ncia de fomento.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Requisitos para desenvolvimento das atividades&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;- Conhecimento do Pacote Office (Excel, Word, Power Point);&lt;br /&gt;- Conhecimento de GIS software.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividades&lt;/strong&gt;: &lt;br /&gt;- Aplicar t&amp;eacute;cnicas de an&amp;aacute;lise de dados;&lt;br /&gt;- Aplicar t&amp;eacute;cnicas de preenchimento de falhas;&lt;br /&gt;- Elaborar t&amp;eacute;cnicas geoestat&amp;iacute;sticas na gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de superf&amp;iacute;cies de interpola&amp;ccedil;&amp;atilde;o espacial;&lt;br /&gt;- Elaborar relat&amp;oacute;rios t&amp;eacute;cnicos das atividades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;02- Bolsa de Inicia&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cient&amp;iacute;fica e Tecnol&amp;oacute;gica (ICT)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Local onde ser&amp;aacute; realizada a pesquisa: sede do Incaper em Vit&amp;oacute;ria.&lt;br /&gt;Dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da bolsa: 18 meses&lt;br /&gt;In&amp;iacute;cio: imediato.&lt;br /&gt;Valor mensal da bolsa: R$ 600,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Requisitos da Fapes para contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o do bolsista&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;- Ser estudante regular de curso de gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Ensino Superior, p&amp;uacute;blica ou privada, localizada no Estado do Esp&amp;iacute;rito Santo;&lt;br /&gt;- Ter bom desempenho acad&amp;ecirc;mico, evidenciado em seu hist&amp;oacute;rico escolar, com m&amp;eacute;dia superior ou igual a 5,0;&lt;br /&gt;- Possuir curr&amp;iacute;culo cadastrado na plataforma Lattes;&lt;br /&gt;- N&amp;atilde;o possuir qualquer tipo de v&amp;iacute;nculo empregat&amp;iacute;cio, n&amp;atilde;o receber sal&amp;aacute;rio ou remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o decorrente de exerc&amp;iacute;cio de atividade de qualquer natureza.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Requisitos para desenvolvimento das atividades&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;- Conhecimento do pacote Office (Excel, Word, Power Point).&lt;br /&gt;- Capacidade de levantamento e organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dados e informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividades&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;- Levantar, organizar e padronizar dados e informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es;&lt;br /&gt;- Conferir e/ou digitalizar a base de dados meteorol&amp;oacute;gicos;&lt;br /&gt;- Elaborar relat&amp;oacute;rios t&amp;eacute;cnicos das atividades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Projeto 02:&lt;/strong&gt; Desenvolvimento do monitoramento agrometeorol&amp;oacute;gico do Esp&amp;iacute;rito Santo, baseado em ferramentas de sensoriamento remoto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;01- Bolsa de Inicia&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cient&amp;iacute;fica e Tecnol&amp;oacute;gica (ICT)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Local onde ser&amp;aacute; realizada a pesquisa: sede do Incaper em Vit&amp;oacute;ria.&lt;br /&gt;Dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da bolsa: 12 meses&lt;br /&gt;In&amp;iacute;cio: imediato, ap&amp;oacute;s sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;Valor mensal da bolsa: R$ 600,00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Requisitos da Fapes para contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o do bolsista&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;- Ser estudante regular de curso de gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Ensino Superior, p&amp;uacute;blica ou privada, localizada no Estado do Esp&amp;iacute;rito Santo;&lt;br /&gt;- Ter bom desempenho acad&amp;ecirc;mico, evidenciado em seu hist&amp;oacute;rico escolar, com m&amp;eacute;dia superior ou igual a 5,0;&lt;br /&gt;- Possuir curr&amp;iacute;culo cadastrado na plataforma Lattes;&lt;br /&gt;- N&amp;atilde;o possuir qualquer tipo de v&amp;iacute;nculo empregat&amp;iacute;cio, n&amp;atilde;o receber sal&amp;aacute;rio ou remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o decorrente de exerc&amp;iacute;cio de atividade de qualquer natureza.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Requisitos para desenvolvimento das atividades&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;- Conhecimento do pacote Office (Excel, Word, Power Point).&lt;br /&gt;- Capacidade de levantamento e organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dados e informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividades&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;- Levantar, organizar e padronizar dados e informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es;&lt;br /&gt;- Conferir e/ou digitalizar a base de dados meteorol&amp;oacute;gicos;&lt;br /&gt;- Elaborar relat&amp;oacute;rios t&amp;eacute;cnicos das atividades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os candidatos interessados devem preencher o formul&amp;aacute;rio eletr&amp;ocirc;nico a seguir at&amp;eacute; 28/02/2022.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="https://forms.gle/TjG33CTHBiWSNE9G7"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; para preencher o cadastro.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 31 Oct 2017 12:29:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2022_02_11-1</guid></item><item><title>Qual é a cidade mais fria do Espírito Santo?</title><link>https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2021_07_12</link><description>&lt;h2&gt;&lt;strong&gt;Qual &amp;eacute; a cidade mais fria do Esp&amp;iacute;rito Santo?&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;No &amp;uacute;ltimo dia 21 de junho, oficialmente come&amp;ccedil;ou o inverno aqui no Hemisf&amp;eacute;rio Sul, e, como temos observado, tem feito um frio danado!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Meteorologia do Incaper, aproveita para responder a seguinte pergunta:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Qual &amp;eacute; a cidade capixaba mais fria?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Para alguns, a resposta deve estar na ponta da l&amp;iacute;ngua: Santa Teresa, distrito de Pedra Azul em Domingos Martins, Venda Nova do Imigrante ou qualquer cidade do Capara&amp;oacute; Capixaba em torno do Pico da Bandeira, que afinal de contas, &amp;eacute; o terceiro ponto mais alto do Brasil, com 2.982 m de altitude.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o T&amp;eacute;cnica:&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Para uma melhor compreens&amp;atilde;o do clima em uma determinada regi&amp;atilde;o, &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio que haja um registro cont&amp;iacute;nuo de dados meteorol&amp;oacute;gicos, onde &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel conhecer o seu padr&amp;atilde;o normal e suas eventuais flutua&amp;ccedil;&amp;otilde;es extremas ao longo do tempo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Em Arac&amp;ecirc;, Domingos Martins, a esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gica foi instalada pela ent&amp;atilde;o Secretaria Estadual de Agricultura, Terras e Coloniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estado do Esp&amp;iacute;rito Santo, no ano de 1956, na antiga "Esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o Experimental Mendes da Fonseca", e ap&amp;oacute;s sucessivas moderniza&amp;ccedil;&amp;otilde;es e atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es, no ano de 2010, foi substitu&amp;iacute;da por uma esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gica autom&amp;aacute;tica. No entanto, em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o dela estar instalada em outra posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o na mesma fazenda, ocasionou a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma nova s&amp;eacute;rie de dados e este equipamento opera de forma regular atualmente. A altitude em que o equipamento est&amp;aacute; instalado &amp;eacute; de 727 metros acima do n&amp;iacute;vel do mar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Em Venda Nova do Imigrante, a esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gica foi instalada pelo Instituto Nacional de Meteorologia em 1977, e operou de forma regular at&amp;eacute; o ano de 2005. Nesse mesmo ano, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE instalou uma esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gica autom&amp;aacute;tica que operou de forma regular at&amp;eacute; o ano de 2013. Com a desativa&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste equipamento, e ap&amp;oacute;s um per&amp;iacute;odo sem leitura de dados, no ano de 2017, o Inmet instalou um novo equipamento e segue operando normalmente nos dias atuais. A altitude em que o equipamento est&amp;aacute; instalado &amp;eacute; de 950 metros acima do n&amp;iacute;vel do mar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Vale ressaltar que atualmente, a esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gica mais alta instalada no Esp&amp;iacute;rito Santo encontra-se na &amp;aacute;rea da sede do Destacamento De Controle Do Espa&amp;ccedil;o A&amp;eacute;reo De Santa Teresa (DTCEA-STA), unidade da For&amp;ccedil;a A&amp;eacute;rea Brasileira localizada no Munic&amp;iacute;pio de Santa Teresa, a uma altitude de 975,9 metros acima do n&amp;iacute;vel m&amp;eacute;dio do mar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Agora vamos aos fatos (recordes):&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;A mais baixa temperatura registrada no distrito de Arac&amp;ecirc;,&amp;nbsp;em Domingos Martins ocorreu em 14 de julho de 1963, onde o term&amp;ocirc;metro registrou incr&amp;iacute;veis &lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;-1,0 &amp;deg;C&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, sendo esta a &lt;span style="color: #0000ff; background-color: #ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;menor temperatura registrada no Esp&amp;iacute;rito Santo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;A temperatura mais baixa registrada no munic&amp;iacute;pio de Venda Nova do Imigrante ocorreu em 01 de junho de 1979, onde o term&amp;ocirc;metro registrou &lt;strong&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;2,6 &amp;deg;C&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Diante dos fatos, as duas localidades s&amp;atilde;o consideradas as mais frias do Esp&amp;iacute;rito Santo, sendo que o maior registro absoluto ocorreu&amp;nbsp;em Arac&amp;ecirc;, no munic&amp;iacute;pio de Domingos Martins, com temperaturas negativas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Curiosidade: &lt;/strong&gt;&lt;span&gt;na capital Vit&amp;oacute;ria, o menor registro de temperatura foi de &lt;span style="color: #0000ff;"&gt;10,3 &amp;deg;C&lt;/span&gt;, em 21 de julho de 1929, obtido na esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o convencional.&amp;nbsp;Instalada no ano de 1924, atualmente, a esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o convencional de Vit&amp;oacute;ria, localizada na Ilha de Santa Maria &amp;eacute; a esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o com maior tempo de opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Estado, com 97 anos de registros de dados. J&amp;aacute; com os sensores eletr&amp;ocirc;nicos que equipam a esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o autom&amp;aacute;tica de Vit&amp;oacute;ria localizada em Goiabeiras em opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o desde 2006, o menor registro de &lt;span style="color: #0000ff;"&gt;12 &amp;deg;C&lt;span style="color: #000000;"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; ocorreu em&amp;nbsp;04 de setembro&amp;nbsp;de 2011.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 12 Jul 2021 14:00:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2021_07_12</guid></item><item><title>Incaper disponibiliza o Informativo de Acompanhamento Mensal do Monitor de Secas no Espírito Santo</title><link>https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2021_08_20</link><description>&lt;p&gt;Desde 2019, o Incaper por meio da Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Meteorologia participa do Monitor de Secas do Brasil, atuando como fonte de dados, na elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mapa como membro da equipe de autoria do tra&amp;ccedil;ado, bem como na etapa de valida&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mapa para o Estado do Esp&amp;iacute;rito Santo. No processo de valida&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o Incaper atua em conjunto com a &lt;span&gt;Ag&amp;ecirc;ncia Estadual de Recursos H&amp;iacute;dricos (Agerh), a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Companhia Esp&amp;iacute;rito Santense de Saneamento (CESAN) e a&amp;nbsp;Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o Estadual de Prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Defesa Civil (Cepdec)&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="https://www.cesan.com.br/" data-ved="2ahUKEwiOiPOWnsDyAhXarJUCHVLCATcQFnoECAgQAw" ping="/url?sa=t&amp;amp;source=web&amp;amp;rct=j&amp;amp;url=https://www.cesan.com.br/&amp;amp;ved=2ahUKEwiOiPOWnsDyAhXarJUCHVLCATcQFnoECAgQAw"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; O Monitor de Secas &amp;eacute; um processo de acompanhamento regular e peri&amp;oacute;dico da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da seca, cujos resultados consolidados s&amp;atilde;o divulgados por meio do &lt;a href="http://monitordesecas.ana.gov.br/mapa"&gt;Mapa&lt;/a&gt;. Mensalmente informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de secas s&amp;atilde;o disponibilizadas at&amp;eacute; o m&amp;ecirc;s anterior, com indicadores que refletem o curto prazo (&amp;uacute;ltimos 3, 4 e 6 meses) e o longo prazo (&amp;uacute;ltimos 12, 18 e 24 meses), indicando a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da seca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Meteorologia do Incaper, disponibiliza agora a sociedade,&amp;nbsp;um&amp;nbsp;detalhamento maior&amp;nbsp;do Mapa do Monitor nacional para os munic&amp;iacute;pios capixabas. Com esse&amp;nbsp;&lt;span&gt;acompanhamento mensal da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da seca, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel por exemplo, verificar se a seca est&amp;aacute; piorando ou melhorando. Vale ressaltar que esta n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma ferramenta de previs&amp;atilde;o, mas como um retrato atual da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da seca no Estado,&amp;nbsp;dando maiores subs&amp;iacute;dios nos processos de tomada de decis&amp;atilde;o por parte dos gestores p&amp;uacute;blicos, privados, da academia e do terceiro setor, visando diminuir o impacto da seca, principalmente nas &amp;aacute;reas de maior vulnerabilidade no Esp&amp;iacute;rito Santo. Este informativo &amp;eacute; um instrumento de monitoramento que&amp;nbsp;ajuda ainda mais as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es relacionadas &amp;agrave; mitiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da seca, por convergir dados biof&amp;iacute;sicos, meteorol&amp;oacute;gicos, hidrol&amp;oacute;gicos, agr&amp;iacute;colas e s&amp;oacute;cioecon&amp;ocirc;micos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Acesse&amp;nbsp;&lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/monitordesecas_ES" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt; o Informativo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 20 Aug 2021 18:11:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2021_08_20</guid></item><item><title>Descomplicando a Meteorologia</title><link>https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2017_10_30</link><description>&lt;h2&gt;&lt;strong&gt;Descomplicando a Meteorologia&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Esta s&amp;eacute;rie de posts da equipe da Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Meteorologia do Incaper, aqui na &amp;aacute;rea de not&amp;iacute;cias do site, tem por objetivo tornar a ci&amp;ecirc;ncia meteorol&amp;oacute;gica cada vez mais pr&amp;oacute;xima das pessoas, pois entendemos que tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; nosso dever nos comunicarmos claramente com a sociedade.&lt;/p&gt;
&lt;h5&gt;&lt;img width="401" height="625" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Imagens/halo_.jpg" /&gt;&lt;/h5&gt;
&lt;h6&gt;Halo solar: vem algo por a&amp;iacute;? - arquivo pessoal&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;A meteorologia trata de uma ci&amp;ecirc;ncia t&amp;eacute;cnica com grande n&amp;iacute;vel de dificuldade. Assim, tentaremos com este material abordar as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es com linguagens mais acess&amp;iacute;veis para a maioria das pessoas, atrav&amp;eacute;s da explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e esclarecimento sobre alguns eventos meteorol&amp;oacute;gicos, al&amp;eacute;m de desmistificar alguns ditos populares que temos ligados a esses eventos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Alguns ditos populares que perduram h&amp;aacute; s&amp;eacute;culos s&amp;atilde;o associados &amp;agrave; meteorologia e, aqui, pretendemos tamb&amp;eacute;m associar alguns desses mitos &amp;agrave;s condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es meteorol&amp;oacute;gicas observadas, confirmando, corrigindo ou desmistificando a veracidade dos fatos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sempre&amp;nbsp;&amp;eacute; uma frente fria o que provoca chuva no estado?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Toda frente fria causa queda de temperatura?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neblina e nevoeiro s&amp;atilde;o a mesma coisa?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sempre que esquenta muito, significa que vai chover logo depois?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que &amp;eacute; um tornado? E uma tromba d'&amp;aacute;gua? &amp;Eacute; tudo a mesma coisa?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Temos furac&amp;atilde;o aqui no ES?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sempre que chove no RJ, chove no ES?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voc&amp;ecirc; pode&amp;nbsp; enviar a sua d&amp;uacute;vida ou sugest&amp;atilde;o pra gente atrav&amp;eacute;s do &lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/fale-conosco"&gt;fale conosco&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e a gente responde por aqui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acompanhe, amanh&amp;atilde;, a nossa primeira postagem!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 30 Oct 2017 18:12:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2017_10_30</guid></item><item><title>A baixa umidade relativa do ar aumenta o risco de incêndios no Espírito Santo</title><link>https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia_2020_09_17</link><description>&lt;p style="font-weight: 400;"&gt;&lt;span&gt;Neste &amp;uacute;ltimo fim de semana do Inverno no Hemisf&amp;eacute;rio Sul, o tempo quente segue predominando no Esp&amp;iacute;rito Santo. Poucas nuvens e calor, sem condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de chuva em todas as regi&amp;otilde;es capixabas neste per&amp;iacute;odo. Continua a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial para a persist&amp;ecirc;ncia de ventos moderados entre o litoral sul e o metropolitano, com algumas rajadas mais intensas no litoral sul. Al&amp;eacute;m disso, os &amp;iacute;ndices de Umidade Relativa do Ar podem ficar abaixo dos 30% em alguns trechos das regi&amp;otilde;es Sul, Serrana e Noroeste pr&amp;oacute;ximos &amp;agrave; divisa com Minas Gerais, com alguns trechos ficando pr&amp;oacute;ximo dos 20%. Essas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o prejudiciais &amp;agrave; sa&amp;uacute;de humana e deixa a vegeta&amp;ccedil;&amp;atilde;o vulner&amp;aacute;vel a inc&amp;ecirc;ndios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;video width="70%" height="auto" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" autoplay="autoplay" controls="controls" loop="loop"&gt;
&lt;source src="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/ur.mp4" type="video/mp4" /&gt;&lt;/video&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Figura 1: &lt;/b&gt;previs&amp;atilde;o de umidade relativa do ar a 2m entre os dias 17 e 19/09/2020,&amp;nbsp;do modelo meteorol&amp;oacute;gico WRF gerado pela CMET/Incaper.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Problemas decorrentes da baixa Umidade do Ar segundo a Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial de Sa&amp;uacute;de (OMS)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Complica&amp;ccedil;&amp;otilde;es al&amp;eacute;rgicas e respirat&amp;oacute;rias devido ao ressecamento de mucosas;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Sangramento pelo nariz;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ressecamento da pele;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Irrita&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos olhos;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Eletricidade est&amp;aacute;tica nas pessoas e em equipamentos eletr&amp;ocirc;nicos;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Aumento do potencial de inc&amp;ecirc;ndios em pastagens e florestas.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Cuidados a serem tomados em caso de baixa umidade relativa do ar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: #ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;Entre&amp;nbsp;30 e 20% &amp;ndash; Estado de Aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Evitar exerc&amp;iacute;cios f&amp;iacute;sicos ao ar livre entre 11 e 15 horas;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Umidificar o ambiente atrav&amp;eacute;s de vaporizadores, toalhas molhadas, recipientes com &amp;aacute;gua, molhamento de jardins etc;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Sempre que poss&amp;iacute;vel permanecer em locais protegidos do sol, em &amp;aacute;reas vegetadas etc;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Consumir &amp;aacute;gua &amp;agrave; vontade.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: #ff9900;"&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Entre 20 e 12% &amp;ndash; Estado de Alerta&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Observar as recomenda&amp;ccedil;&amp;otilde;es do estado de aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Suprimir exerc&amp;iacute;cios f&amp;iacute;sicos e trabalhos ao ar livre entre 10 e 16 horas;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Evitar aglomera&amp;ccedil;&amp;otilde;es em ambientes fechados;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Usar soro fisiol&amp;oacute;gico para olhos e narinas.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000; background-color: #ff0000;"&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Abaixo de 12% &amp;ndash; Estado de emerg&amp;ecirc;ncia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Observar as recomenda&amp;ccedil;&amp;otilde;es para os estados de aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de alerta;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Determinar a interrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualquer atividade ao ar livre entre 10 e 16 horas como aulas de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o f&amp;iacute;sica, coleta de lixo, entrega de correspond&amp;ecirc;ncia etc;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Determinar a suspens&amp;atilde;o de atividades que exijam aglomera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de pessoas em recintos fechados como aulas, cinemas etc entre 10 e 16 horas;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Durante as tardes, manter com umidade os ambientes internos, principalmente quarto de crian&amp;ccedil;as, hospitais etc.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h1&gt;Risco de Inc&amp;ecirc;ndio&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;A combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as altas temperaturas e a baixa umidade relativa do ar, vem favorecendo a ocorr&amp;ecirc;ncia de inc&amp;ecirc;ndios em alguns pontos do Esp&amp;iacute;rto Santo nos &amp;uacute;ltimos dias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Devido a persist&amp;ecirc;ncia dessas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es atmosf&amp;eacute;ricas at&amp;eacute; o s&amp;aacute;bado (19/09), o modelo meteorol&amp;oacute;gico da CMET ainda aponta condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es favor&amp;aacute;veis para ocorr&amp;ecirc;ncia de inc&amp;ecirc;ndios na faixa sudoeste do Estado, que podem ser observadas na figura 2, nas &amp;aacute;reas destacadas em tons mais quentes do mapa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;video width="70%" height="auto" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" autoplay="autoplay" controls="controls" loop="loop"&gt;
&lt;source src="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/risco_de_incendio.mp4" type="video/mp4" /&gt;&lt;/video&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Figura 2: &lt;/b&gt;previs&amp;atilde;o de&amp;nbsp;risco de inc&amp;ecirc;ncio entre os dias 17 e 19/09/2020,&amp;nbsp;do&amp;nbsp;modelo meteorol&amp;oacute;gico WRF gerado pela CMET/Incaper.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A partir do in&amp;iacute;cio da pr&amp;oacute;xima semana (21 e 22/09), a passagem de uma frente fria pelo Estado dever&amp;aacute; provocar chuva e diminuir as temperaturas em todas as regi&amp;otilde;es capixabas. Para mais detalhes acesse a previs&amp;atilde;o do tempo na p&amp;aacute;gina incial deste site.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 17 Sep 2020 19:00:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia_2020_09_17</guid></item><item><title>O dia 13 de novembro de 2019 foi o mais chuvoso desde 1961 na capital capixaba. </title><link>https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2019_11_22</link><description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;Segundo levantamento feito nas s&amp;eacute;ries hist&amp;oacute;ricas de dados pluviom&amp;eacute;tricos desde 1961 para Vit&amp;oacute;ria, &lt;/span&gt;o &amp;uacute;ltimo dia 13 de novembro, foi o dia com maior acumulado de chuva registrado na capital capixaba. Na ocasi&amp;atilde;o, foram registrados 206,8 mm de chuva na esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gica autom&amp;aacute;tica do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) em Vit&amp;oacute;ria localizada no campus da Universidade Federal do Esp&amp;iacute;rito Santo (UFES) em Goiabeiras.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O acumulado significativo de chuva foi ocasionado pelo transporte de umidade em baixos n&amp;iacute;veis da atmosfera em dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao litoral capixaba, com o afastamento de um sistema frontal. O dia foi chuvoso e a chuva forte se concentrou&amp;nbsp;principalmente durante a madrugada, quando durante uma hora, por volta das 04 horas da manh&amp;atilde;, foram registrados em torno de 50 mm de chuva na esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gica em Goiabeiras. No aeroporto &lt;span&gt;Eurico de Aguiar Salles em&lt;/span&gt;&amp;nbsp;Vit&amp;oacute;ria, a visibilidade horizontal esteve reduzida e ficou abaixo de 2000 m em v&amp;aacute;rios momentos ao longo do dia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No recorte da carta sin&amp;oacute;tica (Figura 1), observa-se a linha amarela que representa o transporte de umidade do oceano em dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao continente na altura do litoral do Esp&amp;iacute;rito Santo, assim como o sistema frontal representado pela linha vermelha-azul se afastando em dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao Oceano Atl&amp;acirc;ntico. Na imagem do radar meteorol&amp;oacute;gico (Figura 2) podem ser observados os n&amp;uacute;cleos de chuva mais intensa sobre a regi&amp;atilde;o da Grande Vit&amp;oacute;ria, representados pelos tons de cores mais quentes (vermelho) na figura.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/fig1.jpg" alt="" style="float: none;" width="60%" height="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;Figura 1. Recorte da carta sin&amp;oacute;tica do CPTEC/INPE para o dia 13/11/2019&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/Media/Hidrometeorologia/Imagens/Radar_Vix_13_11_19%20-2.jpg" alt="" style="float: none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="" height="700" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;span&gt;Figura 2. Imagem do radar meteorol&amp;oacute;gico do CEMADEN em Santa Teresa &amp;agrave;s 03h30 (hor&amp;aacute;rio local) do dia 13/11/2019, disponibilizado pela REDEMET.&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;Outros recordes de m&amp;aacute;xima chuva di&amp;aacute;ria acumulada&amp;nbsp;em Vit&amp;oacute;ria:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;18/05/2019:&lt;/span&gt;&amp;nbsp;nesta data foram&amp;nbsp;registrados 197 mm de chuva na esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;&lt;span&gt;meteorol&amp;oacute;gica autom&amp;aacute;tica do INMET em Goiabeiras, Vit&amp;oacute;ria e 198,6 mm na&amp;nbsp;esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;&lt;span&gt;meteorol&amp;oacute;gica convencional do INMET na Ilha de Santa Maria em Vit&amp;oacute;ria.&lt;/span&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;24/06/1969: nesta data foram observados 196,9 mm de&amp;nbsp;&lt;span&gt;chuva na esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;meteorol&amp;oacute;gica convencional do INMET na Ilha de Santa Maria em Vit&amp;oacute;ria.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 22 Nov 2019 19:00:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2019_11_22</guid></item><item><title>Incaper participa da elaboração do mapa do monitor de Secas em Fortaleza</title><link>https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2019_10_16</link><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/a855e15b-6d60-4284-ad88-b2fa3d1a910a.jpg" alt="" style="float: none;" width="100%" height="auto" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seguindo a programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos autores para o mapa do Monitor de Secas, nos dias 8 e 9 de outubro, a meteorologista do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assist&amp;ecirc;ncia T&amp;eacute;cnica e Extens&amp;atilde;o Rural (Incaper), Th&amp;aacute;bata Brito, participou pela primeira vez da elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mapa do monitor de secas na sede da Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cearense de Meteorologia e Recursos H&amp;iacute;dricos (Funceme) em Fortaleza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na ocasi&amp;atilde;o, a meteorologista participou da elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do rascunho do mapa do monitor de secas referente ao m&amp;ecirc;s de setembro de 2019 e tamb&amp;eacute;m da reuni&amp;atilde;o de autoria com os demais servidores da Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de &amp;Aacute;guas (ANA); Instituto do Meio Ambiente e Recursos H&amp;iacute;dricos (Inema/BA); Ag&amp;ecirc;ncia Pernambucana de &amp;Aacute;guas e Clima (Apac); e Instituto Mineiro de Gest&amp;atilde;o de &amp;Aacute;guas (Igam).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;Poder participar dessa importante ferramenta que &amp;eacute; o Monitor de Secas como um dos autores &amp;eacute; de grande import&amp;acirc;ncia para o Esp&amp;iacute;rito Santo, onde poderemos contribuir buscando sempre o melhor retrato poss&amp;iacute;vel da seca em nosso Estado&amp;rdquo;, disse Th&amp;aacute;bata Brito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A meteorologista ainda ressaltou que participar do tra&amp;ccedil;ado do mapa &amp;eacute; uma oportunidade de aprender um pouco mais sobre a representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da seca e os diferentes impactos associados em distintas regi&amp;otilde;es do pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voc&amp;ecirc; pode conferir o &amp;uacute;ltimo mapa do monitor atrav&amp;eacute;s do site:&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a href="http://monitordesecas.ana.gov.br/"&gt;monitordesecas.ana.gov.br&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e tamb&amp;eacute;m atrav&amp;eacute;s do aplicativo Monitor de Secas, dispon&amp;iacute;vel gratuitamente para download.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pr&amp;oacute;ximos passos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dando continuidade &amp;agrave; forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos autores para o mapa do Monitor de Secas, nos pr&amp;oacute;ximos meses equipes da&amp;nbsp;Funceme, da ANA e do&amp;nbsp;Igam&amp;nbsp;estar&amp;atilde;o no Incaper. Junto com a equipe da Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Meteorologia,&amp;nbsp;os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os&amp;nbsp;tra&amp;ccedil;ar&amp;atilde;o o mapa do monitor referente ao m&amp;ecirc;s de outubro. Em dezembro,&amp;nbsp;a equipe de meteorologia do Incaper&amp;nbsp;vai &amp;agrave;&amp;nbsp;sede do&amp;nbsp;Igam&amp;nbsp;participar do tra&amp;ccedil;ado referente ao m&amp;ecirc;s de novembro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Vanessa Capucho e Th&amp;aacute;bata Brito&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 16 Oct 2019 14:11:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2019_10_16</guid></item><item><title>Primavera 2019 - As temperaturas voltam a subir no Espírito Santo</title><link>https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2019_08_28</link><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img width="30%" height="auto" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Imagens/estacoes-do-ano/inverno-1.jpg" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/estacoes-do-ano-inverno"&gt;O inverno&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;meteorol&amp;oacute;gico (que se adianta, normalmente, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao inverno astron&amp;ocirc;mico) come&amp;ccedil;ou mais quente que o normal&amp;nbsp;em 2019.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No m&amp;ecirc;s de junho, foram&amp;nbsp;registradas tanto temperaturas &lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/Media/Hidrometeorologia/Imagens/Tn_Anom_Mensal_2019-06.jpg"&gt;m&amp;iacute;nimas&lt;/a&gt;, como &lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/Media/Hidrometeorologia/Imagens/Tx_Anom_Mensal_2019-06.jpg"&gt;m&amp;aacute;ximas&lt;/a&gt;, mais altas que o normal no Esp&amp;iacute;rito Santo. Julho teve&amp;nbsp;&lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/Media/Hidrometeorologia/Imagens/Tn_Anom_Mensal_2019-07.jpg"&gt;m&amp;iacute;nimas&lt;/a&gt; mais baixas que o normal, mas as temperaturas&amp;nbsp;&lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/Media/Hidrometeorologia/Imagens/Tx_Anom_Mensal_2019-07.jpg"&gt;m&amp;aacute;ximas&lt;/a&gt; ficaram levemente mais altas que o esperado, mas isso n&amp;atilde;o ocorreu em 100% do estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agosto (at&amp;eacute; o dia 27) observou temperaturas m&amp;iacute;nimas pr&amp;oacute;ximas ao normal e m&amp;aacute;ximas um pouco&amp;nbsp;mais baixas que o esperado, de acordo com o levantamento preliminar realizado pela Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Meteorologia (CMET) do Incaper.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As&amp;nbsp;anomalias (diferen&amp;ccedil;a entre os valores observados e os valores normais (climatol&amp;oacute;gicos)&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt;) do trimestre junho-julho-agosto&amp;nbsp;poder&amp;atilde;o ser calculadas no in&amp;iacute;cio de setembro, mas j&amp;aacute; &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel perceber, pelos dados mensais, que este per&amp;iacute;odo registrou temperaturas m&amp;aacute;ximas mais altas que o normal e m&amp;iacute;nimas em torno do esperado. Ocorreu o inverso, no mesmo trimestre, em &lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/mapas-de-temperatura-anomalia-de-minima-2018"&gt;2018&lt;/a&gt;;&amp;nbsp;j&amp;aacute; 2017 teve ambas temperaturas (&lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/mapas-de-temperatura-anomalia-de-maxima-2017"&gt;m&amp;aacute;ximas&lt;/a&gt; e &lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/mapas-de-temperatura-anomalia-de-minima-2017"&gt;m&amp;iacute;nimas&lt;/a&gt;) mais frias que o normal, de modo geral. Essas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es resumem o que se observou, em m&amp;eacute;dia, no estado. Detalhes&amp;nbsp;por regi&amp;atilde;o&amp;nbsp;podem ser&amp;nbsp;visualizados&amp;nbsp;nos &lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/mapas-de-temperatura"&gt;mapas de anomalia&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="30%" height="auto" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Imagens/estacoes-do-ano/primavera-1.jpg" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Astronomicamente falando, &lt;strong&gt;&lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/estacoes-do-ano-primavera"&gt;a primavera&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;deste ano come&amp;ccedil;a no dia 23 de setembro &amp;agrave;s 04h50. S&amp;oacute; que as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de tempo devem mudar bem antes, uma vez que a&amp;nbsp;&lt;em&gt;primavera meteorol&amp;oacute;gica&lt;/em&gt;&amp;nbsp;normalmente&amp;nbsp;se inicia&amp;nbsp;antes da primavera astron&amp;ocirc;mica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Esp&amp;iacute;rito Santo, mudan&amp;ccedil;as nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de temperatura devem ser sentidas j&amp;aacute; no final desta semana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma massa de ar quente deve ganhar for&amp;ccedil;a sobre o estado j&amp;aacute; na pr&amp;oacute;xima sexta-feira (30) e poderemos falar em calor j&amp;aacute; a partir do s&amp;aacute;bado (31).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="50%" height="auto" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/DIF_TX_3km_02.png" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;address&gt;A temperatura sobe bastante, a partir do fim de semana. O mapa mostra a diferen&amp;ccedil;a entre a temperatura m&amp;aacute;xima prevista para o s&amp;aacute;bado (31) e a previs&amp;atilde;o para a sexta-feira (30).&lt;/address&gt;&lt;address&gt;&lt;/address&gt;&lt;address&gt;&lt;/address&gt;&lt;address&gt;&lt;/address&gt;&lt;address&gt;&lt;/address&gt;
&lt;p&gt;As temperaturas m&amp;aacute;ximas (aquelas que ocorrem durante a tarde, na maioria das vezes) devem ultrapassar a casa dos 30 &amp;deg;C na Grande Vit&amp;oacute;ria. A regi&amp;atilde;o vinha apresentando temperaturas m&amp;aacute;ximas inferiores a 26 &amp;ordm;C.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nas baixadas da Regi&amp;atilde;o Sul (vales dos rios Itapemirim, Itabapoana e baixo rio Benevente), os term&amp;ocirc;metros devem&amp;nbsp;registrar em torno de 35 &amp;deg;C durante as tardes. Agosto teve alguns dias quentes na regi&amp;atilde;o, mas eles n&amp;atilde;o foram consecutivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As baixadas da Regi&amp;atilde;o Noroeste (vale do rio Doce) tamb&amp;eacute;m devem observar temperaturas similares, com abafamento no per&amp;iacute;odo da tarde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Regi&amp;atilde;o Serrana&amp;nbsp;tamb&amp;eacute;m deve ter um aumento de ambas temperaturas (noturna e diurna).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="50%" height="auto" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/TMAX_prev-01-09-2019.png" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;address&gt;Calor: as temperaturas mais altas do domingo (01) devem ser registradas nas baixadas da Regi&amp;atilde;o Sul (tons mais vermelhos no mapa).&lt;/address&gt;&lt;address&gt;&lt;/address&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o transporte de calor pelos ventos quentes, vindos do interior do pa&amp;iacute;s, as temperaturas m&amp;iacute;nimas (aquelas que ocorrem na madrugada, de modo geral) devem aumentar j&amp;aacute; a partir do domingo (01). Teremos um aumento de 2 a 4 &amp;deg;C em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s m&amp;iacute;nimas que foram registradas durante as &amp;uacute;ltimas semanas. Vit&amp;oacute;ria, por exemplo, deve sair dos 17-18 &amp;deg;C atuais de temperatura m&amp;iacute;nima para 20-21 &amp;deg;C.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="50%" height="auto" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/DIF_TN_3km_03.png" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;address&gt;A temperatura&amp;nbsp;m&amp;iacute;nima tamb&amp;eacute;m sobe, a partir do fim de semana. O mapa acima mostra a diferen&amp;ccedil;a entre a temperatura&amp;nbsp;m&amp;iacute;nima prevista para o domingo (01) e a previs&amp;atilde;o para o s&amp;aacute;bado (31). &lt;img width="50%" height="auto" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/VENTO850_3km_29.jpg" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/address&gt;&lt;address&gt;O vento de setor norte/noroeste deve trazer calor para o estado. O mapa acima mostra o vento de norte/noroeste previsto para o meio-dia de s&amp;aacute;bado em 850 hPa (cerca de 1600 m de altura).&lt;/address&gt;&lt;address&gt;&lt;/address&gt;&lt;address&gt;&lt;/address&gt;
&lt;p&gt;As &amp;uacute;ltimas previs&amp;otilde;es indicam que o tempo abafado deve perdurar por v&amp;aacute;rios dias devido &amp;agrave; poss&amp;iacute;vel persist&amp;ecirc;ncia de um sistema de alta press&amp;atilde;o (prov&amp;aacute;vel gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um bloqueio atmosf&amp;eacute;rico).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os detalhes podem ser acompanhados na previs&amp;atilde;o di&amp;aacute;ria de tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A previs&amp;atilde;o clim&amp;aacute;tica para setembro deve ser disponibilizada durante os pr&amp;oacute;ximos dias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h5&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt;Exemplo: se a temperatura m&amp;iacute;nima m&amp;eacute;dia em Vit&amp;oacute;ria &amp;eacute; de 18 &amp;deg;C num m&amp;ecirc;s de agosto, mas a m&amp;eacute;dia&amp;nbsp;da m&amp;iacute;nima observada no m&amp;ecirc;s de agosto de um determinado ano foi de 17 &amp;deg;C, a anomalia ser&amp;aacute; calculada como &lt;em&gt;anomalia=valor observado - valor m&amp;eacute;dio, isto &amp;eacute;,&amp;nbsp;&lt;/em&gt;17-18 = -1 &amp;deg;C (a temperatura&amp;nbsp; m&amp;iacute;nima m&amp;eacute;dia ficou um grau Celsius mais baixa que o normal no m&amp;ecirc;s de agosto em quest&amp;atilde;o).&lt;/h5&gt;</description><pubDate>Wed, 28 Aug 2019 16:24:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2019_08_28</guid></item><item><title>Informativo Climático Mensal do Estado completa seis meses de publicação</title><link>https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/Contents/Item/Display/13672</link><description>&lt;p&gt;&lt;img width="600" height="auto" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/Capa_Epub_Jul.png" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em janeiro de 2019, a Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Meteorologia do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assist&amp;ecirc;ncia T&amp;eacute;cnica e Extens&amp;atilde;o Rural (Incaper) lan&amp;ccedil;ou a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o: &amp;ldquo;Informativo Clim&amp;aacute;tico Mensal do Esp&amp;iacute;rito Santo&amp;rdquo;, com a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de compartilhar com a sociedade dados, informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e conhecimento, a respeito das vari&amp;aacute;veis clim&amp;aacute;ticas observadas no Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O documento apresenta de forma objetiva os comportamentos da chuva e das temperaturas m&amp;eacute;dias, m&amp;aacute;ximas e m&amp;iacute;nimas observados ao longo de cada m&amp;ecirc;s. Tamb&amp;eacute;m destaca os principais fen&amp;ocirc;menos meteorol&amp;oacute;gicos que influenciaram as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de tempo no Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o coordenador de Meteorologia do Incaper, Hugo Ely dos Anjos Ramos, em seus primeiros seis meses de publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o informativo clim&amp;aacute;tico tornou-se um importante instrumento de tomada de decis&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;Esse documento tem nos dado uma grande contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o quanto &amp;agrave; valida&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mapa de monitor de secas para o Esp&amp;iacute;rito Santo, al&amp;eacute;m de apoiar a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de monitoramento de recursos h&amp;iacute;dricos nas bacias hidrogr&amp;aacute;ficas do Estado e auxiliar as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de assist&amp;ecirc;ncia t&amp;eacute;cnica e extens&amp;atilde;o rural&amp;rdquo;, observou Ramos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;O Informativo tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; um importante instrumento de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pois facilita e agiliza o di&amp;aacute;logo com a sociedade ao atender &amp;agrave; crescente demanda por informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es meteorol&amp;oacute;gicas&amp;rdquo;, ressalvou a meteorologista do Incaper, Th&amp;aacute;bata Teixeira Brito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O documento encontra-se dispon&amp;iacute;vel on-line no site da Biblioteca do Incaper e na aba produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es t&amp;eacute;cnicas&amp;nbsp;aqui&amp;nbsp;do site da Meteorologia, onde o download pode ser feito nos formatos PDF e ePub.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Tatiana Caus e Th&amp;aacute;bata Brito&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; imprensa:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Marketing do Incaper&lt;br /&gt;Juliana Esteves&lt;br /&gt;(27) 3636-9868&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:juliana.esteves@incaper.es.gov.br"&gt;juliana.esteves@incaper.es.gov.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Vanessa Capucho&lt;br /&gt;(27) 3636-9865&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:vanessa.covosque@incaper.es.gov.br"&gt;vanessa.covosque@incaper.es.gov.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Facebook: Incaper&lt;br /&gt;Twitter: @incaper&lt;br /&gt;Instagram: @incaper_es&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 23 Aug 2019 19:19:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/Contents/Item/Display/13672</guid></item><item><title>Incaper divulga segundo Boletim Climatológico de 2019</title><link>https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2019_08_02</link><description>&lt;p&gt;&lt;img width="600" height="auto" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/Capa_outono2019.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assist&amp;ecirc;ncia T&amp;eacute;cnica e Extens&amp;atilde;o Rural (Incaper) j&amp;aacute; disponibilizou o segundo&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://biblioteca.incaper.es.gov.br/digital/bitstream/123456789/3646/1/Boletim-Climatologico-Trimestral-ES-v.6-n.18-abril-junho-2019.pdf" target="_blank"&gt;Boletim Climatol&amp;oacute;gico de 2019&lt;/a&gt;, elaborado pela Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Meteorologia do Instituto. Esta edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, refere-se ao trimestre abril-maio-junho de 2019, ou seja, apresenta informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre a esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do outono deste ano no Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Boletim Climatol&amp;oacute;gico &amp;eacute; publicado desde 2015, e este ano est&amp;aacute; de cara nova. Al&amp;eacute;m de apresentar uma nova roupagem, a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o traz uma novidade: a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atores envolvidos no meio rural capixaba com o seu ponto de vista sobre a influ&amp;ecirc;ncia do comportamento do clima no desenvolvimento das atividades agropecu&amp;aacute;rias desenvolvidas no Esp&amp;iacute;rito Santo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m da apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do comportamento da chuva, o boletim mostra a varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da temperatura, evapotranspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o, balan&amp;ccedil;o h&amp;iacute;drico e armazenamento de &amp;aacute;gua no solo ao longo do trimestre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com a equipe de meteorologia do Incaper, ap&amp;oacute;s as an&amp;aacute;lises do trimestre, pode-se dizer que o outono no Estado teve distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o espacial irregular da chuva. Isso porque, enquanto o Capara&amp;oacute;, o norte e a faixa litor&amp;acirc;nea&amp;nbsp;&amp;nbsp; concentraram grande volume de chuva para o per&amp;iacute;odo, as demais &amp;aacute;reas tiveram chuva abaixo da m&amp;eacute;dia. J&amp;aacute; as temperaturas estiveram acima da m&amp;eacute;dia em todas as regi&amp;otilde;es capixabas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;O comportamento dessas vari&amp;aacute;veis ao longo do trimestre ocasionou condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es favor&amp;aacute;veis, sem restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es h&amp;iacute;dricas e t&amp;eacute;rmicas, que impactassem negativamente o desenvolvimento das atividades agropecu&amp;aacute;rias de um modo geral&amp;rdquo;, explicou a meteorologista do Incaper, Th&amp;aacute;bata Brito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse sentido, o Boletim Climatol&amp;oacute;gico do Incaper &amp;eacute; uma importante ferramenta para o estabelecimento e direcionamento de pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas ligadas &amp;agrave; agricultura, al&amp;eacute;m de apoiar a pesquisa agropecu&amp;aacute;ria e as atividades de Assist&amp;ecirc;ncia T&amp;eacute;cnica e Extens&amp;atilde;o Rural (Ater), desenvolvidas pelo instituto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Clique abaixo para acessar o documento:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://biblioteca.incaper.es.gov.br/digital/bitstream/123456789/3646/1/Boletim-Climatologico-Trimestral-ES-v.6-n.18-abril-junho-2019.pdf" target="_blank"&gt;https://biblioteca.incaper.es.gov.br/digital/bitstream/123456789/3646/1/Boletim-Climatologico-Trimestral-ES-v.6-n.18-abril-junho-2019.pdf&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es anteriores do documento est&amp;atilde;o dispon&amp;iacute;veis no site da Biblioteca do Incaper, como tamb&amp;eacute;m na aba publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;nbsp;aqui no site da Meteorologia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Tatiana Toniato Caus&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; imprensa:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Marketing do Incaper&lt;br /&gt;Juliana Esteves&lt;br /&gt;(27) 3636-9868&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:juliana.esteves@incaper.es.gov.br"&gt;juliana.esteves@incaper.es.gov.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Vanessa Capucho&lt;br /&gt;(27) 3636-9865&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:vanessa.covosque@incaper.es.gov.br"&gt;vanessa.covosque@incaper.es.gov.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Facebook: Incaper&lt;br /&gt;Twitter: @incaper&lt;br /&gt;Instagram: @incaper_es&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 02 Aug 2019 19:19:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2019_08_02</guid></item><item><title>Espírito Santo inicia processo de implantação de Monitor de Secas</title><link>https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2019_04_15</link><description>&lt;p&gt;&lt;img width="1280" height="622" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/b4537738-f9c8-40b7-9b24-55c81e95aab2.jpeg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assist&amp;ecirc;ncia T&amp;eacute;cnica e Extens&amp;atilde;o Rural (Incaper) e a Ag&amp;ecirc;ncia Estadual de Recursos H&amp;iacute;dricos (Agerh) receberam uma comitiva da Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de &amp;Aacute;guas (ANA) com a finalidade de fazer um diagn&amp;oacute;stico institucional para iniciar o processo de expans&amp;atilde;o do Monitor de Secas do Nordeste. A perspectiva &amp;eacute; que a ferramenta, que j&amp;aacute; chegou em Minas Gerais, se torne o Monitor de Secas do Brasil. A Defesa Civil Estadual e a Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cearense de Meteorologia e Recursos H&amp;iacute;dricos (Funceme) tamb&amp;eacute;m participaram do encontro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O objetivo do monitor de secas &amp;eacute; integrar o conhecimento entre as diferentes institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es estaduais e federais, alcan&amp;ccedil;ar um entendimento comum sobre as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de seca (severidade, evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o espa&amp;ccedil;o-temporal e impactos decorrentes), transformar dados e informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em ferramentas e produtos utiliz&amp;aacute;veis para tomada de decis&amp;atilde;o, al&amp;eacute;m de fortalecer os mecanismos de monitoramento, previs&amp;atilde;o e alerta precoce.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;O Incaper vai participar no processo de implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Monitor de Secas devido ao hist&amp;oacute;rico de secas recorrentes no Estado, um limitador para o desenvolvimento da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o agropecu&amp;aacute;ria&amp;rdquo;, explicou o coordenador de Meteorologia do Incaper, Hugo Ramos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O coordenador ainda informou que a Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Meteorologia deve usar a ferramenta de an&amp;aacute;lise pela capacidade de identificar as &amp;aacute;reas suscet&amp;iacute;veis &amp;agrave;s vulnerabilidades provocadas pelas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de estiagem ou seca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;O diferencial desta ferramenta &amp;eacute; que ela dar&amp;aacute; o suporte a decis&amp;atilde;o de gestores a partir da integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de indicadores quantitativos e qualitativos, o que possibilita a formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas baseadas na ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es efetivas para minimizar os impactos da seca&amp;rdquo;, comentou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a agente de Desenvolvimento Ambiental e Recursos H&amp;iacute;dricos da Agerh, Gizella Igreja, o Monitor de Secas ajudar&amp;aacute; o Estado na preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o e mitiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de impactos. &amp;ldquo;Todos os anos passamos por per&amp;iacute;odos extremamente secos e ferramenta possibilita um acompanhamento mais eficiente desses per&amp;iacute;odos, inclusive de forma visual. Conhecendo nossas vulnerabilidades, o planejamento de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es ser&amp;aacute; muito mais coordenado&amp;rdquo;, explicou Gizella.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Juliana Lima Oliveira, do departamento de meteorologia da Funceme, a expectativa &amp;eacute; que o monitor chegue em outras &amp;aacute;reas. &amp;ldquo;A ideia &amp;eacute; expandir a ferramenta para todo o Brasil dando outra perspectiva de como a seca funciona em regi&amp;otilde;es diferentes. O bacana tamb&amp;eacute;m foi ter aprendido, nesse processo, com as diferentes caracter&amp;iacute;sticas institucionais dos Estados, e o Esp&amp;iacute;rito Santo se mostrou bem articulado com a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre Incaper, Defesa Civil e Agerh. Estamos animados com a implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ferramenta em terras capixabas&amp;rdquo;, destacou Juliana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o analista de geoprocessamento da Defesa Civil Estadual, Luiz Henrique Muniz, a uni&amp;atilde;o das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es vai fazer a diferen&amp;ccedil;a na qualidade dos dados passados para a sociedade. &amp;ldquo;A ferramenta &amp;eacute; de grande import&amp;acirc;ncia e est&amp;aacute; atrelada ao Alerta ES, que vai possibilitar a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de monitoramento hidrometeorol&amp;oacute;gico, a fim de difundir o conhecimento e subsidiar a tomada de decis&amp;otilde;es e emiss&amp;atilde;o de alertas de eventos hidrol&amp;oacute;gicos e meteorol&amp;oacute;gicos extremos no Esp&amp;iacute;rito Santo&amp;rdquo;, ressaltou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pr&amp;oacute;ximos passos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m est&amp;aacute; prevista a celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um acordo de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica entre o Corpo de Bombeiros Militar do Esp&amp;iacute;rito Santo (CBMES), a Agerh, a Companhia Esp&amp;iacute;rito Santense de Saneamento (Cesan) e o Incaper para estabelecer as bases do compartilhamento de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e de servi&amp;ccedil;os.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Vanessa Capucho&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; imprensa:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Marketing do Incaper&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Juliana Esteves -&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:juliana.esteves@incaper.es.gov.br"&gt;juliana.esteves@incaper.es.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(27) 3636-9868&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vanessa Capucho -&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:vanessa.covosque@incaper.es.gov.br"&gt;vanessa.covosque@incaper.es.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(27) 3636-9865&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Facebook: Incaper&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Twitter: @incaper&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Assessoria de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Ag&amp;ecirc;ncia Estadual de Recursos H&amp;iacute;dricos (Agerh)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Francine Leite&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(27) 3347-6247|99935-0085&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="mailto:asscom@agerh.es.gov.br"&gt;asscom@agerh.es.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="mailto:es.agerh@gmail.com"&gt;es.agerh@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 15 Apr 2019 19:01:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2019_04_15</guid></item><item><title>Vitória iguala o recorde (parcial) de tarde mais fria de 2018</title><link>https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/Contents/Item/Display/9317</link><description>&lt;p&gt;A &amp;uacute;ltima quarta-feira (25) teve temperaturas amenas e algumas chuvas na capital capixaba. A esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gica autom&amp;aacute;tica (EMA) do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), que fica no campus da Universidade Federal do Esp&amp;iacute;rito Santo (UFES) no bairro Goiabeiras, registrou 16,8 &amp;deg;C durante a madrugada (temperatura m&amp;iacute;nima), mas a temperatura n&amp;atilde;o passou dos 21,7 &amp;deg;C (m&amp;aacute;xima), j&amp;aacute; no fim da tarde (17h) (figura 1).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/Media/Hidrometeorologia/Imagens/figura1.jpg"&gt;&lt;img width="60%" height="auto" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Imagens/figura1.jpg" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Figura 1&amp;nbsp;&lt;b&gt;&amp;mdash;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Dados da EMA do INMET do dia 25/07/2018. A seta aponta o valor de temperatura m&amp;aacute;xima registrada no dia. Fonte: INMET.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este valor de temperatura m&amp;aacute;xima se igualou ao valor registrado no dia 26 de maio deste ano, quando a mesma esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o marcou m&amp;aacute;xima de 21,7 &amp;deg;C, tamb&amp;eacute;m (figura 2). Resumindo, tivemos duas tardes "mais frias" do ano, at&amp;eacute; agora (recorde parcial/preliminar).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/Media/Hidrometeorologia/Imagens/figura2.jpg"&gt;&lt;img width="60%" height="auto" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Imagens/figura2.jpg" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Figura 2 &lt;b&gt;&amp;mdash;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Dados da EMA do INMET do dia 26/05/2018. A seta aponta o valor de temperatura m&amp;aacute;xima registrada no dia. Fonte: INMET.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A temperatura n&amp;atilde;o conseguiu subir por causa da nebulosidade mar&amp;iacute;tima ligada &amp;agrave;s perturba&amp;ccedil;&amp;otilde;es ondulat&amp;oacute;rias nos ventos al&amp;iacute;sios, termo normalmente divulgado pela m&amp;iacute;dia como "umidade que avan&amp;ccedil;a do mar" ou "instabilidade mar&amp;iacute;tima". Ou seja, a temperatura n&amp;atilde;o caiu por causa da frente fria divulgada por alguns meios de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Conforme a figura 3, ontem (25), a &amp;uacute;nica frente que atuava sobre o Brasil estava estacionada bem longe do Esp&amp;iacute;rito Santo, na altura do Paran&amp;aacute;/Santa Catarina!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/Media/Hidrometeorologia/Imagens/figura3.jpg"&gt;&lt;img width="60%" height="auto" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Imagens/figura3.jpg" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Figura 3 &lt;b&gt;&amp;mdash;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Carta sin&amp;oacute;tica de superf&amp;iacute;cie do Centro de Previs&amp;atilde;o de Tempo e Estudos Clim&amp;aacute;ticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/INPE) para as 12 UTC (9h do hor&amp;aacute;rio local) de 25/07/2018. A seta aponta a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da frente estacion&amp;aacute;ria (s&amp;iacute;mbolo com setas azuis e semic&amp;iacute;rculos vermelhos) na altura da Regi&amp;atilde;o Sul do Brasil. Fonte: CPTEC/INPE.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Justamente por tal frente n&amp;atilde;o avan&amp;ccedil;ar para c&amp;aacute; que os ventos al&amp;iacute;sios transportaram algumas nuvens de chuva para o estado, que registrou altura de chuva mais significativa na Grande Vit&amp;oacute;ria, com valores de um pouco mais de 20 mm em alguns bairros do munic&amp;iacute;pio de Serra (figura 4).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/Media/Hidrometeorologia/Imagens/figura4.jpg"&gt;&lt;img width="60%" height="auto" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Imagens/figura4.jpg" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Figura 4 &lt;b&gt;&amp;mdash;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Acumulado de chuva das &amp;uacute;ltimas 24h nos pluvi&amp;ocirc;metros autom&amp;aacute;ticos do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden). Fonte: Cemaden.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sempre procure&amp;nbsp;confirmar as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es meteorol&amp;oacute;gicas atrav&amp;eacute;s dos dados de fontes oficiais, como as mencionadas nesta not&amp;iacute;cia. Para acessar a previs&amp;atilde;o de tempo, acesse &lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br"&gt;meteorologia.incaper.es.gov.br&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 26 Jul 2018 12:42:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/Contents/Item/Display/9317</guid></item><item><title>Descomplicando a Meteorologia - Como são ou devem ser feitas as observações de uma das variáveis meteorológicas mais conhecidas - a temperatura?</title><link>https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2018_05_08</link><description>&lt;p&gt;No &amp;uacute;ltimo dia 02 de maio de 2018, a esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gica do Incaper no Distrito de Arac&amp;ecirc; (Domingos Martins) registrou 7,8 &amp;deg;C, menor temperatura m&amp;iacute;nima do ano, medida at&amp;eacute; ent&amp;atilde;o, no Esp&amp;iacute;rito Santo. Na mesma ocasi&amp;atilde;o, na regi&amp;atilde;o Metropolitana, Vit&amp;oacute;ria e Vila Velha tamb&amp;eacute;m tiveram a madrugada mais fria de 2018, com 17,9 e 17,4 &amp;deg;C, respectivamente. Esses dados de temperaturas observadas s&amp;atilde;o oficiais e fazem parte de uma rede de observa&amp;ccedil;&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gica pertencente ao Incaper e ao Instituto Nacional de Meteorologia: o INMET.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O INMET representa o Brasil junto &amp;agrave; Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Meteorol&amp;oacute;gica Mundial (OMM) e, por delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;eacute; respons&amp;aacute;vel pelo tr&amp;aacute;fego das mensagens coletadas pela rede de observa&amp;ccedil;&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gica da Am&amp;eacute;rica do Sul. A rede de esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es meteorol&amp;oacute;gicas autom&amp;aacute;ticas do Instituto &amp;eacute;, inclusive, a maior da Am&amp;eacute;rica do Sul.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As medi&amp;ccedil;&amp;otilde;es meteorol&amp;oacute;gicas s&amp;atilde;o de extrema import&amp;acirc;ncia na rotina de an&amp;aacute;lise e previs&amp;atilde;o de tempo e, para esta tarefa, os meteorologistas fazem uso de instrumentos rigorosamente calibrados e aferidos para an&amp;aacute;lise das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es atmosf&amp;eacute;ricas e ambientais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o muitas vezes acaba por observar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es do tempo por conta pr&amp;oacute;pria, utilizando instrumentos de baixo custo/qualidade. Neste cen&amp;aacute;rio, alguns cuidados devem ser tomados e recomenda&amp;ccedil;&amp;otilde;es devem ser seguidas para que erros graves de medi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e leitura das informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o sejam cometidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Diante desta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e tamb&amp;eacute;m pelo fato de estarmos nos aproximando dos meses mais frios do ano, aproveitaremos a oportunidade para te fazer a seguinte pergunta: voc&amp;ecirc; sabe como s&amp;atilde;o ou devem ser feitas as observa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de uma das vari&amp;aacute;veis meteorol&amp;oacute;gicas mais conhecidas - a temperatura?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A OMM estabeleceu alguns crit&amp;eacute;rios, padr&amp;otilde;es e recomenda&amp;ccedil;&amp;otilde;es para instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es meteorol&amp;oacute;gicas e leitura dos instrumentos. Estes procedimentos s&amp;atilde;o adotados de maneira oficial no mundo inteiro, possibilitando&amp;nbsp;uma conformidade nos dados meteorol&amp;oacute;gicos observados em qualquer parte do planeta.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;Observa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dados meteorol&amp;oacute;gicos de temperatura dentro dos padr&amp;otilde;es recomendados&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Os abrigos meteorol&amp;oacute;gicos s&amp;atilde;o estruturas onde os instrumentos meteorol&amp;oacute;gicos ficam dispostos para que as intemp&amp;eacute;ries e a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos raios solares diretos ou refletidos n&amp;atilde;o interfiram tanto na medi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos instrumentos (Figura 1). Quando o assunto &amp;eacute; &amp;ldquo;recorde&amp;rdquo; de temperatura m&amp;aacute;xima ou m&amp;iacute;nima, comumente escutamos "temperatura medida na sombra&amp;rdquo;. Pois bem, esta "sombra" a qual nos referimos &amp;eacute; justamente o abrigo meteorol&amp;oacute;gico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os abrigos, geralmente de madeira, t&amp;ecirc;m persianas duplas em todas as faces, que permitem uma pequena circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de vento no interior do mesmo e ficam instalados a cerca de 1,20 m do solo. Esta estrutura &amp;eacute; pintada na cor branca, para reduzir o superaquecimento provocado pela radia&amp;ccedil;&amp;atilde;o solar, pois a cor branca tem elevado grau de refletividade e, com isso, reduz-se o aquecimento interno excessivo dos instrumentos. Medi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de temperatura do ar m&amp;aacute;xima e m&amp;iacute;nima devem ser feitas &amp;agrave; sombra, evitando chuva, vento e outros fen&amp;ocirc;menos adversos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="1397" height="1125" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/Abrigo-meteorol&amp;oacute;gico-inmet.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Figura 1 -&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;Abrigo da esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gica convencional do INMET em Vit&amp;oacute;ria/ES.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;acervo pessoal/Meteorologia - Incaper.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os term&amp;ocirc;metros que medem temperatura m&amp;aacute;xima e m&amp;iacute;nima do ar devem ficar suspensos e dispostos na horizontal em um suporte pr&amp;oacute;prio, longe do contato com as paredes do abrigo ou de qualquer outro instrumento (Figura 2). O &amp;uacute;nico contato do elemento sens&amp;iacute;vel do term&amp;ocirc;metro (merc&amp;uacute;rio ou &amp;aacute;lcool) &amp;eacute; com o ar ao seu redor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="1343" height="889" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/Termometros-Inmet.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Figura 2 -&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Term&amp;ocirc;metros de m&amp;aacute;xima (merc&amp;uacute;rio) e term&amp;ocirc;metro de m&amp;iacute;nima (&amp;aacute;lcool) dentro do abrigo meteorol&amp;oacute;gico. &lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; acervo pessoal/Meteorologia - Incaper.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;Erros mais comuns cometidos durante medi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de temperatura&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Alguns erros grav&amp;iacute;ssimos podem facilmente ser cometidos na medi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da temperatura, comprometendo a veracidade dos dados. Dentre eles, podemos mencionar: expor o term&amp;ocirc;metro diretamente ao sol (c&amp;eacute;u aberto) ou fixando-o em estruturas. Entenda:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;1. Term&amp;ocirc;metros fixados diretamente ao solo: &lt;/strong&gt;conforme mencionado anteriormente, medi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de temperatura do ar s&amp;atilde;o feitas &amp;agrave; sombra, a uma altura de 1,20 m, seguindo o padr&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gico mundial. Se o term&amp;ocirc;metro est&amp;aacute; fixado ao solo, n&amp;atilde;o servir&amp;aacute; de refer&amp;ecirc;ncia para a temperatura do ar, pois o mesmo est&amp;aacute; medindo a temperatura do solo ou da relva e n&amp;atilde;o do ar (Figura 3).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="750" height="900" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/Temometro-no-solo.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Figura 3 -&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Exemplo errado de como medir a temperatura do ar: term&amp;ocirc;metro fixado ao solo. &lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;acervo pessoal/Meteorologia - Incaper.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. Term&amp;ocirc;metros fixados em paredes e/ou sobre estruturas: &lt;/strong&gt;qualquer estrutura onde o term&amp;ocirc;metro esteja fixado acaba por interferir em suas medi&amp;ccedil;&amp;otilde;es. O contato direto com estruturas de concreto, por exemplo, provoca uma troca de calor inadequada da estrutura com o instrumento. Em um teste simples realizado de maneira simult&amp;acirc;nea e utilizando term&amp;ocirc;metros de baixo custo, foram colocados dois term&amp;ocirc;metros, fixados em superf&amp;iacute;cies diferentes, a poucos cent&amp;iacute;metros distantes um do outro. Observamos uma grande diferen&amp;ccedil;a nos valores medidos por cada instrumento, mesmo as leituras tendo sido realizadas com poucos segundos de diferen&amp;ccedil;a (Figura 4).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O instrumento fixado na haste de madeira apresenta valor aproximado de 24 &amp;deg;C, enquanto o term&amp;ocirc;metro cujo sensor est&amp;aacute; pr&amp;oacute;ximo &amp;agrave; estrutura de concreto apresenta valor aproximado de 27 &amp;deg;C. Uma diferen&amp;ccedil;a significativa (3 &amp;deg;C) nos valores observados em situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que podem facilmente ocorrer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="1213" height="979" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/Termometros-Anal&amp;oacute;gicos-Compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Figura 4 -&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre term&amp;ocirc;metro fixado na madeira e em uma superf&amp;iacute;cie de concreto. &lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;acervo pessoal/Meteorologia - Incaper.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. Term&amp;ocirc;metros expostos &amp;agrave; radia&amp;ccedil;&amp;atilde;o solar direta: &lt;/strong&gt;estruturas met&amp;aacute;licas possuem elevada capacidade de aquecimento/arrefecimento e, para efeito de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, foram feitas leituras simult&amp;acirc;neas da temperatura do ar dentro do abrigo meteorol&amp;oacute;gico da esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do INMET em Vit&amp;oacute;ria e em um term&amp;ocirc;metro digital, exposto ao sol em cima de uma estrutura met&amp;aacute;lica a poucos metros de dist&amp;acirc;ncia do abrigo. Enquanto a temperatura erroneamente registrada no term&amp;ocirc;metro digital foi de 33,5 &amp;deg;C, a temperatura medida dentro do abrigo meteorol&amp;oacute;gico foi de 28,9 &amp;deg;C (Figura 5). Como pode-se observar, a diferen&amp;ccedil;a nos valores observados &amp;eacute; muito significativa e esse erro pode facilmente ser cometido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="1594" height="572" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/Termometro-Digital%20e%20Anal&amp;oacute;gico.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Figura 5 -&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre um term&amp;ocirc;metro digital exposto diretamente ao sol e um term&amp;ocirc;metro de merc&amp;uacute;rio dentro do abrigo meteorol&amp;oacute;gico.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;acervo pessoal/Meteorologia &amp;ndash; Incaper.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Recomenda&amp;ccedil;&amp;otilde;es:&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Devem ser utilizados term&amp;ocirc;metros aprovados pelo INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) e com certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de calibra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e aferi&amp;ccedil;&amp;atilde;o (equipamentos baratos tendem a n&amp;atilde;o possuir certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de calibra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e aferi&amp;ccedil;&amp;atilde;o).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Para evitar erros na leitura/medi&amp;ccedil;&amp;otilde;es err&amp;ocirc;neas ou equivocadas de temperatura do ar, deve-se evitar a exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos term&amp;ocirc;metros &amp;agrave;s intemp&amp;eacute;ries (radia&amp;ccedil;&amp;atilde;o solar, vento, chuva) e/ou o contato com qualquer superf&amp;iacute;cie.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ao ler um valor no term&amp;ocirc;metro meteorol&amp;oacute;gico, o correto &amp;eacute; deixar o instrumento na horizontal e na altura da linha de vis&amp;atilde;o (olhos), para evitar erro de leitura (paralaxe*).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Sempre que quiser saber qual a temperatura atual ou as m&amp;aacute;ximas e m&amp;iacute;nimas registradas na sua localidade, procure dados oficiais, como os do INMET e do Incaper.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;* Erro de paralaxe &amp;eacute; um erro que ocorre pela observa&amp;ccedil;&amp;atilde;o errada na escala de gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o, causada por um desvio &amp;oacute;tico causado pelo &amp;acirc;ngulo de vis&amp;atilde;o do observador.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Curiosidades -&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;o ponto de observa&amp;ccedil;&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gica mais antigo do Esp&amp;iacute;rito Santo &amp;eacute; a esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gica convencional do INMET em Vit&amp;oacute;ria. Em funcionamento desde o final de 1923, a esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; instalada na ilha de Santa Maria. O INMET tamb&amp;eacute;m instalou&amp;nbsp;em 2006 uma esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gica autom&amp;aacute;tica (mais moderna) no campus da UFES na capital (Goiabeiras).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voc&amp;ecirc; pode enviar a sua d&amp;uacute;vida ou sugest&amp;atilde;o atrav&amp;eacute;s do &lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/fale-conosco"&gt;fale conosco&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e a gente responde por aqui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Refer&amp;ecirc;ncias:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Instituto Nacional de Meteorologia &amp;ndash; INMET. Instrumentos Meteorol&amp;oacute;gicos. Acesso em: 03 de maio de 2018. Dispon&amp;iacute;vel em: &lt;a href="http://www.inmet.gov.br/portal/index.php?r=home/page&amp;amp;page=instrumentos"&gt;http://www.inmet.gov.br/portal/index.php?r=home/page&amp;amp;page=instrumentos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Instituto Nacional de Meteorologia &amp;ndash; INMET. Esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es Convencionais. Acesso em: 03 de maio de 2018. Dispon&amp;iacute;vel em:&lt;a href="http://www.inmet.gov.br/portal/index.php?r=estacoes/estacoesConvencionais"&gt;http://www.inmet.gov.br/portal/index.php?r=estacoes/estacoesConvencionais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Instituto Nacional de Meteorologia &amp;ndash; INMET. Esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es Autom&amp;aacute;ticas. Acesso em: 03 de maio de 2018. Dispon&amp;iacute;vel em: &lt;a href="http://www.inmet.gov.br/portal/index.php?r=estacoes/estacoesAutomaticas"&gt;http://www.inmet.gov.br/portal/index.php?r=estacoes/estacoesAutomaticas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;World Meteorological Organization - WMO. Guide to the Global Observing System, WMO n&amp;deg;. 488, 3&amp;ordf; ed., Genebra, Su&amp;iacute;&amp;ccedil;a, 2007.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;World Meteorological Organization - WMO. Guide to Meteorological Instruments and Methods of Observation, WMO n&amp;deg;. 8. Genebra, Su&amp;iacute;&amp;ccedil;a, 2008.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 08 May 2018 13:00:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2018_05_08</guid></item><item><title>Incaper celebra o Dia Meteorológico Mundial 2018</title><link>https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2018_03_22</link><description>&lt;p&gt;O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assist&amp;ecirc;ncia T&amp;eacute;cnica e Extens&amp;atilde;o Rural (Incaper), por realizar atividades voltadas ao meio rural do Esp&amp;iacute;rito Santo, intimamente ligadas ao tempo e o clima, celebra o &lt;strong&gt;Dia Meteorol&amp;oacute;gico Mundial*&lt;/strong&gt;, destacando a import&amp;acirc;ncia do seu servi&amp;ccedil;o de meteorologia para a sociedade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/Media/Hidrometeorologia/Imagens/DMM2018.png"&gt; &lt;img width="80%" height="auto" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Imagens/DMM2018.png" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Figura 1 -&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Dia Meteorol&amp;oacute;gico Mundial 2018.&lt;br /&gt;Fonte: &lt;em&gt;World Meteorological Organization&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;WMO&lt;/em&gt;), 2018 - Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Meteorol&amp;oacute;gica Mundial (OMM). Adaptada por Meteoropole.com.br.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O dia 23 de mar&amp;ccedil;o &amp;eacute; uma data especial para a meteorologia. Trata-se do Dia Meteorol&amp;oacute;gico Mundial, cujo tema escolhido para este ano &amp;eacute; &amp;ldquo;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Weather-ready, climate-smart&amp;rdquo;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Prontos para o tempo, preparados para o clima). Se adicionarmos o slogan "uso racional da &amp;aacute;gua", completamos o c&amp;iacute;rculo dos elementos que impulsionam o desenvolvimento sustent&amp;aacute;vel. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; De acordo com a mensagem do secret&amp;aacute;rio-geral da OMM, Petteri Taalas: &amp;ldquo;O tempo, o clima e a &amp;aacute;gua s&amp;atilde;o vitais para o bem-estar, sa&amp;uacute;de e seguran&amp;ccedil;a alimentar da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas tamb&amp;eacute;m podem ser destrutivos. Os eventos meteorol&amp;oacute;gicos extremos, como ciclones tropicais, chuvas fortes, ondas de calor, secas, nevascas e temperaturas congelantes est&amp;atilde;o ceifando vidas e acabando os meios de subsist&amp;ecirc;ncia ao longo dos anos&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atualmente, a equipe do Sistema de Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es Meteorol&amp;oacute;gicas conta com cinco profissionais da &amp;aacute;rea de meteorologia: Bruce Pontes, Hugo Ramos, Ivaniel Maia, Pedro Henrique Pantoja e Th&amp;aacute;bata Brito de Medeiros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o coordenador das atividades de meteorologia no Incaper, Hugo Ely dos Anjos Ramos, &amp;ldquo;A meteorologia pode contribuir de v&amp;aacute;rias formas em favor da sociedade, pois ela influencia na tomada de decis&amp;otilde;es na vida das pessoas. No Incaper, o desenvolvimento dessa atividade &amp;eacute; de grande import&amp;acirc;ncia para promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sustentabilidade na agricultura capixaba&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Perspectivas para 2018&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Th&amp;aacute;bata Brito, at&amp;eacute; o fim do primeiro semestre de 2018, os usu&amp;aacute;rios do Incaper poder&amp;atilde;o acessar os novos produtos que v&amp;ecirc;m sendo desenvolvidos pela equipe de meteorologia. &amp;ldquo;A previs&amp;atilde;o do tempo ficar&amp;aacute; mais moderna e precisa, pois todos poder&amp;atilde;o acessar as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es espec&amp;iacute;ficas para o seu munic&amp;iacute;pio, estendida para um per&amp;iacute;odo de 15 dias&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bruce Pontes acrescenta: &amp;ldquo;Ser&amp;aacute; implantado um sistema de previs&amp;atilde;o a longo prazo, com as tend&amp;ecirc;ncias clim&amp;aacute;ticas para um per&amp;iacute;odo de at&amp;eacute; 3 meses para o Esp&amp;iacute;rito Santo&amp;rdquo;. Al&amp;eacute;m disto, os novos produtos que a Meteorologia pretende entregar em 2018 s&amp;atilde;o a S&amp;iacute;ntese Clim&amp;aacute;tica Trimestral, o Boletim Agroclim&amp;aacute;tico Mensal, a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Sistema de Aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Processamento de Dados Meteorol&amp;oacute;gicos, a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es cient&amp;iacute;ficas (artigos e similares) para publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o em peri&amp;oacute;dicos, entre outros. Demandas similares de pesquisa e desenvolvimento tamb&amp;eacute;m est&amp;atilde;o em andamento desde o &amp;uacute;ltimo f&amp;oacute;rum com o IP&amp;amp;A.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dia especial&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Meteorol&amp;oacute;gica Mundial (OMM), fundada em 23 de mar&amp;ccedil;o de 1950 como sucessora da Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Meteorol&amp;oacute;gica Internacional criada em 1873, &amp;eacute; uma ag&amp;ecirc;ncia das Nac&amp;otilde;es Unidas (ONU), que tem como miss&amp;atilde;o fundamental apoiar pa&amp;iacute;ses do mundo a prover servi&amp;ccedil;os meteorol&amp;oacute;gicos e hidrol&amp;oacute;gicos, protegendo a vida e propriedades de desastres naturais relacionados ao tempo, clima e &amp;aacute;gua, para salvaguardar o meio ambiente, e para contribuir para o desenvolvimento sustent&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta quarta-feira (23), o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), &amp;oacute;rg&amp;atilde;o representante do Brasil junto &amp;agrave; OMM, celebrar&amp;aacute; a data em todas as suas unidades no Brasil, com palestras e semin&amp;aacute;rios. Universidades e &amp;oacute;rg&amp;atilde;os que atuam na &amp;aacute;rea realizar&amp;atilde;o programa&amp;ccedil;&amp;otilde;es espec&amp;iacute;ficas abordando o tema escolhido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;*&lt;em&gt;No Brasil&lt;/em&gt;, o &lt;strong&gt;dia do meteorologista&lt;/strong&gt; &amp;eacute; comemorado numa data bem diferente: &lt;a href="http://normativos.confea.org.br/ementas/visualiza.asp?idEmenta=40882&amp;amp;idTiposEmentas=6&amp;amp;Numero=&amp;amp;AnoIni=2004&amp;amp;AnoFim=2018&amp;amp;PalavraChave=dia+do+meteorologista&amp;amp;buscarem=conteudo&amp;amp;vigente="&gt;14 de outubro&lt;/a&gt;.&lt;/pre&gt;</description><pubDate>Thu, 22 Mar 2018 19:13:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2018_03_22</guid></item><item><title>Sobre o "calorão" na Grande Vitória</title><link>https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2018_03_16</link><description>&lt;p&gt;Os &amp;uacute;ltimos dois dias foram bem quentes na capital do estado. A temperatura m&amp;aacute;xima foi de 34,4 &amp;deg;C, ontem (15). Hoje (16), o term&amp;ocirc;metro da esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gica autom&amp;aacute;tica do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), situada em Goiabeiras, marcou 36 &amp;deg;C. Tal temperatura foi registrada entre as 12 e as 13h.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para calcular o &amp;iacute;ndice de calor com esta temperatura (m&amp;aacute;xima), precisamos utilizar a umidade relativa (m&amp;iacute;nima), que era de 42%, entre as 12 e as 13h. Estas vari&amp;aacute;veis s&amp;atilde;o inversamente proporcionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sendo assim, o &amp;iacute;ndice de calor estimado para o per&amp;iacute;odo de 12 e 13h (hor&amp;aacute;rio de Bras&amp;iacute;lia) foi de 39,82 &amp;deg;C, momento no qual a m&amp;aacute;xima temperatura do dia (36 &amp;deg;C) ocorreu em Vit&amp;oacute;ria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso mesmo: &lt;strong&gt;&amp;iacute;ndice de calor&lt;/strong&gt;, n&amp;atilde;o sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;rmica. Veja a diferen&amp;ccedil;a entre estes dois termos em&amp;nbsp;&lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/noticia-2018_01_26" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;amp;q=https://meteorologia.incaper.es.gov.br/noticia-2018_01_26&amp;amp;source=gmail&amp;amp;ust=1521308683596000&amp;amp;usg=AFQjCNEdAD5MXMjIL4OfRu__i5IwxsJM-Q"&gt;https://meteorologia.&lt;wbr /&gt;incaper.es.gov.br/noticia-&lt;wbr /&gt;2018_01_26&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O recorde de temperatura m&amp;aacute;xima deste ano (2018) em Vit&amp;oacute;ria/ES, at&amp;eacute; o momento, ainda pertence ao dia 29 de janeiro, quando a esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o meteorol&amp;oacute;gica autom&amp;aacute;tica do INMET registrou 36,5 &amp;deg;C.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As demais &amp;aacute;reas do estado est&amp;atilde;o com temperaturas m&amp;aacute;ximas similares (exceto os munic&amp;iacute;pios muito altos). Por&amp;eacute;m, os extremos relativos de ontem (15) e hoje (16)&amp;nbsp;foram observados apenas no sudeste do estado, que inclui a Grande Vit&amp;oacute;ria. Tais extremos s&amp;atilde;o relativos &amp;agrave;s baixadas do sudeste capixaba, especificamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tal setor do ES costuma esquentar muito, quando o vento sopra de noroeste/norte, como tem acontecido nos &amp;uacute;ltimos dias. Isso ocorre at&amp;eacute; o meio da tarde, pois a brisa mar&amp;iacute;tima acaba entrando (de nordeste) e trazendo ar fresco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de, tecnicamente, ser uma condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o apelidada de "pr&amp;eacute;-frontal", a frente fria, que est&amp;aacute; bem longe do continente, n&amp;atilde;o deve avan&amp;ccedil;ar pelo estado (Figura 1b), mas um v&amp;oacute;rtice cicl&amp;ocirc;nico &amp;agrave; superf&amp;iacute;cie (ou baixa) j&amp;aacute; se formou na extremidade da frente (Figura 1a), provocando pancadas de chuva e trovoadas, no momento em que esta mat&amp;eacute;ria era redigida, em alguns trechos das &amp;aacute;reas altas do Esp&amp;iacute;rito Santo. A frente deve estacionar, na altura do sul do estado, em alto-mar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa baixa deve aumentar a quantidade de nuvens e mudar a dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do vento, amanh&amp;atilde; (17), diminuindo &lt;em&gt;um pouco&lt;/em&gt; o abafamento no setor sul do estado. Ou seja, o calor n&amp;atilde;o vai embora, apenas diminui, por ora (as noites continuam abafadas na Grande Vit&amp;oacute;ria, inclusive). S&amp;atilde;o esperadas pancadas de chuva no centro-sul capixaba, conforme a previs&amp;atilde;o de tempo que pode ser &lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/"&gt;encontrada neste site&lt;/a&gt;. J&amp;aacute; na segunda-feira (19), nem mesmo esse pequeno al&amp;iacute;vio ser&amp;aacute; mais sentido na metade sul capixaba.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/Media/Hidrometeorologia/Imagens/vcbn.jpg"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="60%" height="auto" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Imagens/vcbn.jpg" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;(a)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/Media/Hidrometeorologia/Imagens/fse.jpg"&gt;&lt;img width="90%" height="auto" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Imagens/fse.jpg" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;(b)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Figura 1 -&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pequena baixa pr&amp;oacute;xima ao ES, representada pela letra B (a) e recorte da previs&amp;atilde;o de vento a 10 m para a madrugada do domingo (18), com a frente estacion&amp;aacute;ria destacada na cor laranja e a fria na cor lil&amp;aacute;s (b).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte (1b):&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;Tropical Tidbits&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A baixa mencionada, ligada &amp;agrave; frente estacion&amp;aacute;ria, n&amp;atilde;o deve sequer influenciar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de tempo no norte do estado.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 16 Mar 2018 18:45:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2018_03_16</guid></item><item><title>Descomplicando a Meteorologia - Um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar?</title><link>https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2018_03_07</link><description>&lt;p&gt;Durante a noite do dia 05 de mar&amp;ccedil;o de 2018, uma grande quantidade de raios atingiu o Estado do Esp&amp;iacute;rito Santo num total de 2383, principalmente &amp;aacute;reas das regi&amp;otilde;es Serrana, Sul e Grande Vit&amp;oacute;ria. Abaixo, a incid&amp;ecirc;ncia de raios por munic&amp;iacute;pios do Estado durante o dia 05/03/18 segundo dados da Rede de Detec&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Descargas Atmosf&amp;eacute;ricas &amp;ndash; STARNET:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="318" height="1111" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/Sem%20t&amp;iacute;tulo.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Figura 1 s&amp;atilde;o observadas as descargas el&amp;eacute;tricas representadas pelos pontos vermelhos no evento do dia 05 de mar&amp;ccedil;o de 2018.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="512" height="673" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/starnetmar.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Figura 1:&lt;/strong&gt; Imagem de descargas el&amp;eacute;tricas observadas disponibilizada pelo STARNET para o dia 05 de mar&amp;ccedil;o de 2018 as 20h07 do hor&amp;aacute;rio local.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Laborat&amp;oacute;rio Rede de Detec&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Descargas Atmosf&amp;eacute;ricas - STARNET do STORM-T/IAG/USP.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;H&amp;aacute; poucos dias, especificamente em 23 de fevereiro de 2018, uma quantidade de raios quase 8 vezes maior que a observada no dia 05 de mar&amp;ccedil;o de 2018 atingiu o Esp&amp;iacute;rito Santo. Nesta ocasi&amp;atilde;o, no entanto, os mesmos concentraram-se mais ao norte do estado (Figura 2). No evento, Linhares e S&amp;atilde;o Mateus, por exemplo, chegaram a observar mais de 5000 raios em 24 horas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="508" height="669" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/starnetfev.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Figura 2:&lt;/strong&gt; Imagem de descargas el&amp;eacute;tricas observadas disponibilizada pelo STARNET para o dia 23 de fevereiro as 15h16 do hor&amp;aacute;rio local.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Laborat&amp;oacute;rio Rede de Detec&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Descargas Atmosf&amp;eacute;ricas - STARNET do STORM-T/IAG/USP.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;Dito popular &amp;ndash; "Um raio n&amp;atilde;o cai duas vezes no mesmo lugar!"&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;video width="70%" height="auto" poster="Acervo Pessoal SIM-Incaper" controls="controls"&gt;
&lt;source src="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/Media/Hidrometeorologia/Teste%20Upload/temporal-05032018_39748453985.mp4" type="video/mp4" /&gt;&lt;/video&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;V&amp;iacute;deo -&amp;nbsp; Arcevo pessoal (SIM)&lt;/h6&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Fato - Explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o T&amp;eacute;cnica&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Primeiro, voc&amp;ecirc; sabe a diferen&amp;ccedil;a entre raios e rel&amp;acirc;mpagos?&lt;/strong&gt; Rel&amp;acirc;mpagos s&amp;atilde;o todos os &amp;ldquo;clar&amp;otilde;es&amp;rdquo; resultantes das descargas el&amp;eacute;tricas geradas por nuvens de tempestade, cujos raios se conectam ou n&amp;atilde;o ao solo, enquanto os raios em si s&amp;atilde;o as descargas el&amp;eacute;tricas que conectam o solo e as nuvens, as nuvens e o ar ou uma nuvem de tempestade com outra, com um formato que lembra ra&amp;iacute;zes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A intensidade t&amp;iacute;pica de um raio &amp;eacute; de 30 mil Amp&amp;egrave;res, cerca de mil vezes a intensidade de um chuveiro el&amp;eacute;trico, e a descarga percorre dist&amp;acirc;ncias da ordem de 5 km.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;img width="1200" height="880" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/infografico_1_alta.jpg" /&gt; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Figura 3:&lt;/strong&gt; Infogr&amp;aacute;fico - Como se formam os raios. Elaborado por: Grupo de Eletricidade Atmosf&amp;eacute;rica &amp;ndash; ELAT.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um raio pode durar at&amp;eacute; dois segundos, mas dura em geral cerca de meio a um ter&amp;ccedil;o de segundo. No entanto, cada descarga que comp&amp;otilde;e o raio dura apenas fra&amp;ccedil;&amp;otilde;es de mil&amp;eacute;simos de segundo e, embora a pot&amp;ecirc;ncia de um raio seja grande, sua pequena dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o faz com que a energia seja pequena, algo em torno de 300 kWh, equivalente ao consumo mensal de energia de uma casa pequena.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como saber se o raio caiu perto? &lt;/strong&gt;A luz produzida pelo raio chega quase instantaneamente &amp;agrave; vis&amp;atilde;o de quem o observa. J&amp;aacute; o som (trov&amp;atilde;o) demora um bom tempo, pois a sua velocidade &amp;eacute; menor. Para obter a dist&amp;acirc;ncia aproximada da queda do raio, em quil&amp;ocirc;metros, basta contar o tempo (em segundos) entre o momento em que se v&amp;ecirc; o raio e se escuta o trov&amp;atilde;o e dividir por tr&amp;ecirc;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora assustador, o trov&amp;atilde;o &amp;eacute; inofensivo. A intensidade do som &amp;eacute; dada em decib&amp;eacute;is e um trov&amp;atilde;o intenso pode chegar a 120 decib&amp;eacute;is, uma intensidade compar&amp;aacute;vel &amp;agrave; que ouve uma pessoa que est&amp;aacute; nas primeiras fileiras de um show de rock.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Raios n&amp;atilde;o s&amp;oacute; podem como, geralmente, caem mais de uma vez em um mesmo local quando este apresenta grande incid&amp;ecirc;ncia de descargas el&amp;eacute;tricas&lt;/strong&gt;. Como exemplo, podemos citar o monumento do Cristo Redentor no Rio de Janeiro, que &amp;eacute; atingido anualmente por cerca de seis raios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Um raio pode atingir diretamente uma pessoa? &lt;/strong&gt;A chance de uma pessoa ser atingida diretamente por um raio &amp;eacute; muito baixa, sendo em m&amp;eacute;dia menor do que 1 para 1 milh&amp;atilde;o. Contudo, se a pessoa estiver numa &amp;aacute;rea descampada, embaixo de uma tempestade forte, esta chance pode aumentar em at&amp;eacute; 1 para mil. Entretanto, n&amp;atilde;o &amp;eacute; a incid&amp;ecirc;ncia direta do raio a maior causadora de mortes e ferimentos. Geralmente, s&amp;atilde;o os efeitos indiretos associados a incid&amp;ecirc;ncias pr&amp;oacute;ximas ou efeitos secund&amp;aacute;rios dos raios que trazem risco: as descargas tamb&amp;eacute;m provocam inc&amp;ecirc;ndios e queda de linhas de energia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Se uma pessoa for atingida por um raio, o que pode acontecer? &lt;/strong&gt;A corrente do raio pode causar queimaduras e outros danos a diversas partes do corpo. A maioria das mortes de pessoas atingidas por raio &amp;eacute; causada por parada card&amp;iacute;aca e respirat&amp;oacute;ria. Grande parte dos sobreviventes sofre por um longo tempo de s&amp;eacute;rias sequelas psicol&amp;oacute;gicas e org&amp;acirc;nicas.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Desmistificando o caso:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Geralmente, os raios caem mais de uma vez em um mesmo local quando este apresenta grande incid&amp;ecirc;ncia de raios;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Curiosidades - &lt;/strong&gt;Segundo dados do Grupo de Eletricidade Atmosf&amp;eacute;rica &amp;ndash; ELAT, a capital Vit&amp;oacute;ria tem uma densidade de descargas atmosf&amp;eacute;ricas de 0,6554565114 por km&amp;sup2;/ano e, no Ranking nacional, est&amp;aacute; em 4758&amp;deg; lugar (de 5570). Enquanto dentre os mun&amp;iacute;cios do Esp&amp;iacute;rito Santo est&amp;aacute; em 67&amp;deg; (de 78 munic&amp;iacute;pios). Ou seja, poucos raios caem na capital capixaba.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voc&amp;ecirc; pode enviar a sua d&amp;uacute;vida ou sugest&amp;atilde;o atrav&amp;eacute;s do &lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/fale-conosco"&gt;fale conosco&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e a gente responde por aqui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Refer&amp;ecirc;ncias: &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Grupo de Eletricidade Atmosf&amp;eacute;rica &amp;ndash; ELAT. Acesso em: 06 de mar&amp;ccedil;o de 2018. Dispon&amp;iacute;vel em: &lt;a href="http://www.inpe.br/webelat/homepage/"&gt;http://www.inpe.br/webelat/homepage/#&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rede de Detec&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Descargas Atmosf&amp;eacute;ricas - STARNET do STORM-T/IAG/USP. Acesso em: 06 de mar&amp;ccedil;o de 2018. Dispon&amp;iacute;vel em: &lt;a href="http://www.zeus.iag.usp.br/index.php"&gt;http://www.zeus.iag.usp.br/index.php&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 07 Mar 2018 14:30:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2018_03_07</guid></item><item><title>Descomplicando a Meteorologia - Céu avermelhado: o que é?</title><link>https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2018_02_23</link><description>&lt;p&gt;Em alguns dias, durante este m&amp;ecirc;s de fevereiro de 2018, o c&amp;eacute;u aqui no Esp&amp;iacute;rito Santo esteve particularmente diferente, com um tom avermelhado, bonito de se ver!&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;Dito popular &amp;ndash;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;Aproveitando os versos de Dado Villa-Lobos e Renato Russo:&lt;strong&gt;&lt;strong&gt; &amp;ldquo;Me diz, por que que o c&amp;eacute;u &amp;eacute; azul?&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;J&amp;aacute; em 1989, a banda Legi&amp;atilde;o Urbana lan&amp;ccedil;ava a quest&amp;atilde;o nos versos da m&amp;uacute;sica "Pais e Filhos". Mas, e voc&amp;ecirc;? Sabe o que causa as diferentes colora&amp;ccedil;&amp;otilde;es observadas no c&amp;eacute;u?&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img width="50%" height="" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/25750837362_6a2bde9b40.jpg" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img width="50%" height="" alt="" src="/Media/Hidrometeorologia/Galeria%20de%20Fotos/34838352862_1fe11c94c2_o.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;Fotos&amp;nbsp;-&amp;nbsp; Arcevo pessoal (SIM)&lt;/h6&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Fato - Explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o T&amp;eacute;cnica&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m de lindas, as imagens acima mostram um fen&amp;ocirc;meno &amp;oacute;tico interessante, chamado &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dispers&amp;atilde;o de Rayleigh&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. O fen&amp;ocirc;meno &amp;eacute; respons&amp;aacute;vel pela cor azul do c&amp;eacute;u durante a maior parte do dia e tamb&amp;eacute;m explica o que acontece durante o nascer ou p&amp;ocirc;r do sol e, de forma mais intensa, nas camadas mais baixas da atmosfera, especialmente na presen&amp;ccedil;a de nuvens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No caso do c&amp;eacute;u alaranjado, o fen&amp;ocirc;meno ocorre quando as part&amp;iacute;culas maiores em suspens&amp;atilde;o na atmosfera (geralmente poeira, p&amp;oacute;len, sal marinho e min&amp;uacute;sculas got&amp;iacute;culas de &amp;aacute;gua) espalham a luz solar na faixa dos comprimentos de onda que compreendem as cores que v&amp;atilde;o do vermelho ao laranja. Esse fen&amp;ocirc;meno ocorre mais intensamente em baixas altitudes, onde essas part&amp;iacute;culas s&amp;atilde;o mais abundantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante o nascer e p&amp;ocirc;r do sol, a luz solar percorre uma camada maior na atmosfera, interagindo com mais part&amp;iacute;culas que estejam em suspens&amp;atilde;o. Assim, o Espalhamento Mie torna-se dominante, deixando o c&amp;eacute;u com essa colora&amp;ccedil;&amp;atilde;o alaranjada-avermelhada, caracter&amp;iacute;stica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em locais de altitudes mais elevadas, o c&amp;eacute;u costuma ser mais azul, porque a quantidade de part&amp;iacute;culas que provocam a Dispers&amp;atilde;o de Rayleigh&amp;nbsp;costuma ser menor.&amp;nbsp;O&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Espalhamento Rayleigh&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;tamb&amp;eacute;m explica (em grande parte) a colora&amp;ccedil;&amp;atilde;o azul do c&amp;eacute;u, resultado da dispers&amp;atilde;o da luz solar por part&amp;iacute;culas muito menores na atmosfera, nas horas em que o sol est&amp;aacute; mais elevado.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Desmistificando o caso:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Esse fen&amp;ocirc;meno do c&amp;eacute;u avermelhado, apesar de chamar muito a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de quem o observa, n&amp;atilde;o &amp;eacute; raro e, inclusive, acontece com muita frequ&amp;ecirc;ncia, praticamente todo dia;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Curiosidades - &lt;/strong&gt;A dispers&amp;atilde;o Rayleigh &amp;eacute; uma homenagem ao matem&amp;aacute;tico e f&amp;iacute;sico ingl&amp;ecirc;s&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;John William Strutt, conhecido como Lord Rayleigh, pesquisador dos fen&amp;ocirc;menos ondulat&amp;oacute;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voc&amp;ecirc; pode enviar a sua d&amp;uacute;vida ou sugest&amp;atilde;o atrav&amp;eacute;s do &lt;a href="https://meteorologia.incaper.es.gov.br/fale-conosco"&gt;fale conosco&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e a gente responde por aqui.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 23 Feb 2018 13:10:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://meteorologia.incaper.es.gov.br:443/noticia-2018_02_23</guid></item></channel></rss>